Millor Fernandes:


Jornalismo, por princípio, é oposição – oposição a tudo, inclusive à oposição. Ninguém deve ficar acima de qualquer suspeita; para o jornalista, não existem santos.

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segunda-feira, 7 de março de 2016

Multiculturalismo: Escolas de Ditadores

É o fim da picada!! Saiu na imprensa internacional, escolas e cantinas alemãs estão banindo carne de porco do menu para não ofender imigrantes islâmicos.

E a coisa não para por aí. Nosso correspondente internacional na Alemanha relata algo ainda pior:
Isso está acontecendo há muitos anos na Alemanha. Assim como professores alemães perderem o emprego por terem servido, POR ENGANO, comida típica alemã com carne de porco para alguma criança muçulmana, mudança de nome de festas típicas alemãs que existem há mais de 300 anos para que os muçulmanos se sintam "em casa". Ou seja, Natal tem que ter outro nome porque muçulmanos não têm Natal. A última que saiu num jornal alemão foi que determinadas escolas estão pedindo aos pais dos alunos alemães para que eles não permitam que seus respectivos filhos levem sanduíches com carne de porco para a escola, para que crianças muçulmanas não tenham que sentar perto de outra criança comendo carne de porco, etc... etc

Não que isso já me cause qualquer surpresa. Há tempos que coisas como irresponsabilidade, covardia e frouxidão deixaram de ser um mero problema de caráter e passaram a infectar não apenas o debate público e político, mas a própria pedagogia.

De um lado, gente supersensível e mesquinha que acha que seus egos devem ser o centro do mundo, e que todos devem agir de acordo.

Do outro, gente que, ao invés de ser como um pai firme que diz "não" a uma criança que faz pirraça porque quer isso ou aquilo, passa a mão na cabeça e trata os filhos como reis que não podem ser contrariados porque isso irá "traumatizar" a criança.

Agora me digam: a Europa de hoje é ou não é a imagem esculpida e escarrada da nossa pedagogia contemporânea? Se continuar assim, a islamização do Ocidente já é praticamente um fato consumado. Por quê? Simplesmente porque não há nenhuma oposição. Basicamente, a mensagem que estão passando aos imigrantes é que a Europa é a casa da mãe Joana. É como se eu convidasse alguém para vir à minha casa e, ao invés de dizer-lhe quais são as regras, deixasse que ele fizesse as regras que lhe conviesse. Qual será o próximo passo? Aceitar a Sharia de bom grado para não ofender os muçulmanos quando eles forem maioria?

Theodore Dalrymple já nos alertou para os perigos de um antiautoritarismo radical. Ao dizer para "questionar toda autoridade", a única autoridade restante é a do próprio ego. Isso não quer dizer, obviamente, que devamos nos curvar para qualquer autoridade, mas sim ter bom senso para diferenciar a autoridade legítima da ilegítima. A rejeição a toda e qualquer autoridade é, no fundo, uma crença infantil e autocontraditória, que acaba apenas por validar a própria mesquinhez e egolatria. Não à toa ela seja tão comum em jovens rebeldes e imaturos. Todos que estavam na vanguarda das revoluções mais sangrentas da história se julgavam antiautoritários e defensores da liberdade.

No fundo, a onda antiautoritária da pedagogia moderna é provavelmente a mais autoritária que já existiu. O respeito ao Estado de Direito - ou, como costuma ser chamado, um governo feito por leis e não por homens - deve começar em casa, ao fazer a criança entender que tem regras às quais ela deve obedecer. Ao vir com essa atitude de que não devem haver regras, o corolário é de que estão livres para seguir seus próprios caprichos, por mais que a satisfação destes demandem a submissão de todos os demais. Traduza isso para o campo político e você terá essas aberrações que mencionei no começo.

Nossa pedagogia, com esse antiautoritarismo doentio e infantil, não está preparando nossas crianças para pensar, mas sim para agirem como ditadores em potencial e para serem ovelhas submissas. A única diferença é que o autoritarismo de hoje deixou de apelar para uma aderência rígida às regras e passou a apelar para um culto à hipersensibilidade. Se antes o autoritarismo se dava na forma de regras estritas e inflexíveis, hoje ele se dá através de desculpas sentimentais. Se te proíbem de algo, não será por alguma regra ou princípio, mas apenas para "não ofender" alguém (foda-se se isso significa perverter a lei e sacrificar a própria liberdade).

E depois ainda há quem se surpreenda quando dizemos que as humanidades viraram um poço de nulidade, incapazes de dialogar com o mundo real. Estamos apenas colhendo os frutos das falhas de caráter que elas vêm promovendo e justificando ideologicamente há décadas.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Editorial: É impossível continuar defendendo o indefensável

Eu sempre tentei prezar neste blog pelo cuidado antes de estabelecer uma classificação ou um tipo de tratamento a determinado grupo ou visão politica.

No começo do Shogunidades era possível encontrar posts onde eu tinha cuidados ao classificar a esquerda. Hoje esse cuidado não existe mais, hoje o Shogunidades é assumidamente um blog anti-esquerdista. E as atitudes da esquerda em 13 anos como governo no Brasil e todo o seu histórico de mortes levaram o blog a essa posição frontalmente contra as doutrinas vermelhas.

Pois hoje, como editor e criador deste blog estou assumindo outra postura frontalmente contrária a outro grupo social, politico e religioso: O Islã.

Para explicar tal postura é preciso dar alguns fatos e informações:

- Em todo o mundo existem aproximadamente 50 países de maioria muçulmana sendo que em 23 deles essa maioria passa dos 90 % da população;
- Entre 75 a 90% dos islâmicos no mundo são Sunitas (seguidores das Sunas, o segundo livro mais importante do Islã abaixo do Alcorão que conta toda a trajetória de Maomé e de como o profeta do Islã aplicou os ensinamentos do Alcorão, e é a base da Sharia: a lei islâmica) sendo o restante da população islâmica no mundo de Xiitas;
- Em pelo menos 30 países a Sharia (a lei islâmica aplicada pelo profeta) é seguida como norma em algum nível.
- Em países como a Inglaterra a estrutura judiciaria permitiu que em alguns bairros de Londres onde a maioria da população é islâmica a Sharia fosse adotada como regra;

Tendo esses dados não é exagero dizer que o Islã é sunita e segue a Sharia.

Compreender a Sharia é fundamental para compreender toda a cultura da maioria da população islâmica do mundo. É preciso compreender a Sharia principalmente se você não é um muçulmano e islâmico.

Os estudiosos e doutores do Islão afirmam: a lei islâmica é perfeita, universal e eternal. As leis do ocidente são temporárias, limitadas e passarão. É o dever de qualquer muçulmano obedecer as leis de Alá, a Sharia. As leis dos ocidentais são feitas pelo Homem; enquanto que a Sharia é uma lei sagrada vinda do único deus legítimo: Alá.

Isto já demonstra que o islã despreza as "leis dos homens" e por consequência, desprezam as regras e modo de vida ocidental.

A Europa vem massivamente aceitando refugiados e imigrantes islâmicos em busca do bem-estar social. O problema é que os refugiados não parecem dispostos a incorporar a cultura ocidental e adaptar-se as regras e a cultura.

- Vem aí a cultura do estupro
http://sensoincomum.org/2016/01/05/cultura-estupro-vem-ai/

A Europa, mãe de todos os filósofos e pensadores de esquerda, vive hoje as consequências mais nefastas de algumas décadas de governos sociais-democratas e progressistas. O continente caiu de joelhos diante das demandas igualitárias e politicamente corretas, abandonou a moral judaico-cristã e abraçou o multiculturalismo, acreditando – como o drogado acredita que vai se sentir melhor depois da próxima carreira – que o mundo seria melhor desse jeito, e que todos seriam felizes. A abertura das fronteiras para os refugiados sírios, no ano passado, foi apenas o último episódio de uma longa história de concessões absurdas, que acabarão por criar um grande califado no Hemisfério Norte.
http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/colunistas/flavio-quintela/a-europa-salvara-o-mundo-1r9ewwmdhyelm6wp3651t0x7j


Os fatos, atos e declarações de autoridades dentro do Islã expõem mais e mais o pensamento muçulmano sobre o ocidente e como eles nos desprezam:

- Imã de Colônia, Alemanha:“Elas foram estupradas porque estavam seminuas e usando perfume” http://tradutoresdedireita.org/imam-de-colonia-alemanhaelas-foram-estupradas-porque-estavam-seminuas-e-usando-perfume/

Na Literatura, tem uma simbologia interessante: o mal é sempre aceito de forma amistosa na casa da personagem. Fausto perdeu sua alma pro Diabo ao convidá-lo pra sua casa e Mr. Harker seu amor e sanidade ao aceitar o convite de Drácula. O mal se alojou no seio da Europa e foi recebido de braços abertos, veremos quanto tempo levará pra caírem em desgraça e perderem sua sanidade ou sua alma. (KJ Negreiros)



O se tem visto de maneira geral, tanto aqui no Brasil e em outros países, é uma proteção muito cautelosa (e inédita a qualquer grupo ou etnia no mundo) ao islã mesmo quando seus seguidores, ou pelo menos nativos nos países que seguem o islã, cometem atrocidades em países onde foram acolhidos.

O silêncio constrangedor da esquerda frente aos casos de violência ocorridos na Alemanha denunciam um compromisso ideológico maior que a causa que dizem defender.

O Brasil, mais especificamente a esquerda brasileira via governo, parece querer nos levar a um caminho semelhante, inclusive abrigando condenados por terrorismo em universidades federais.
http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2016/01/exclusivo-um-terrorista-no-brasil.html

Não foram poucas as vezes que acusei a esquerda militante ser amiga de ditadores e lideres como Ahmadinejad (Irã), Assad (Síria) Kadafi (Líbia) - embora hoje eu entenda que esses dois últimos países estavam melhores com esses ditadores no poder do nas mãos de uma entidade politica-religiosa-militar muito pior como o Estado Islâmico - outro erro do ocidente, tentar impor sua vaca sagrada: Democracia, a países e povos cuja a cultura está estagnada em 100 ou mais anos.

- A esquerda apoia os maiores genocidas da humanidade
http://shogunidades.blogspot.com.br/2014/03/flavio-morgenstern-esquerda-apoia-os.html

O anti-sionismo da esquerda brasileira é público e notório. Não são poucas as demonstrações públicas em manifestações de esquerda onde até bandeiras de grupos como o Hamas são exibidas.

Desde que eu vi, anos atrás, grupos pró-palestina usando faixas estampando a icônica figura do Che Guevara que tive a impressão que algo fedia e que não iria prestar.

Qual o maior perigo disso?

O Islã não é apenas uma religião. O Islão é uma civilização completa com um sistema politico detalhado, uma religião e um sistema de códigos legais — a Sharia. Maomé pregou a religião do Islão por 13 anos em Mecca e conseguiu converter apenas 150 árabes. Ele foi para Medina e tornou-se um politico e um senhor-da-guerra. Após 2 anos, todos os judeus estavam mortos, escravizados ou exilados. Maomé não foi bem sucedido com o seu programa de religião, mas ele triunfou com o seu processo politico de jihad. A Sharia é uma implementação política da civilização islâmica.

Junte o islamismo com ideias do marxismo. E veja a criação da teologia e politica expansionista mais nefasta da história da humanidade. Eu tentei, mas fica difícil defender quando as ações dos refugiados na Europa depõem contra eles e são endossadas por um dos livros mais importantes do islã. A ameaça é real, e a postura desse blog será contrária ao islã e a vinda indiscriminada de refugiados ao pais.

"Se a prudência da reserva e decoro indica o silenciar em algumas circunstâncias, em outras, uma prudência de uma ordem maior pode justificar a atitude de dizer o que pensamos." - (Edmund Burke)