
Bandeira do Sea Shepherd
Retirado do Site Oficial: O Instituto Sea Shepherd Brasil – Guardiões do Mar, integra a Sea Shepherd Conservation Society, baseada nos Estados Unidos que também tem escritórios na Austrália, Canadá, Inglaterra, Holanda, França e África do Sul. A Sea Shepherd Conservation Society – SSCS foi fundada em 1977, nos Estados Unidos, pelos fundadores do Greenpeace, que, ao engajarem-se nesse novo projeto, criaram um movimento de caráter mais ágil, objetivo e ativista. Atualmente, a Sea Shepherd é considerada a ONG de proteção dos mares mais ativista do mundo e conta com a participação efetiva de milhares de voluntários em todo o planeta.O SEA SHEPHERD É UMA ONG INTERNACIONAL QUE NÃO OBEDECE FRONTEIRAS. LUTA INCANSAVELMENTE CONTRA O COMÉRCIO ILEGAL DE ESPÉCIES MARINHAS, MUITAS VEZES APOIADO POR GOVERNOS CRIMINOSOS, COMO OS DO JAPÃO, CANADÁ, CHINA E OUTROS, QUE ACREDITAM QUE A SOBERANIA SUPLANTA AS OSGANIZAÇÕES HUMANAS DE PROTEÇÃO ANIMAL
Sea Shepherd praticamente dizimou a indústria baleeira japonesa.
O Sea Shepherd cresce no Brasil. Vários ataques a barcos de pesca predatória já foram feitos. A polícia desconfia que integrantes da organização atearam fogo em 12 Land Rovers de uma concessionária em São Paulo. Land Rover é o carro mais poluente do mundo. Punks e e veganos integram as fileiras do Sea Shepherd.
Sea Shepherd recebe doações de todos os tipos de pessoas, desde estudantes até mega empresários. Trabalho é voluntário e perigoso. Ataques não são desferidos contra pessoas, mas contra materiais poluentes ou de extermínio de animais.
Conheça mais sobre o Sea Shepherd em: http://seashepherd.org.br/
Mais um exemplo de como a iniciativa privada pode realizar bem feitorias ao mundo enquanto governos preferem legalizar e financiar a matança de animais; quem sabe para garantir a sobrevivência de doadores políticos, empresas obsoletas que não se manteriam no mercado sem o protecionismo estatal.




Christiania começou a escrever sua história em 1971. Foi a partir das idéias de um jornal alternativo, o Head Magazine, que um grupo de pessoas, de idades e classes sociais variadas, decidiu ocupar os barracos de uma área militar desativada na periferia de Copenhagen. Era o início de uma luta incansável contra o Estado. A polícia tentou várias vezes expulsar os invasores da área, mas sem sucesso. Christiania virou um problema político, sendo discutida no parlamento dinamarquês. A primeira vitória veio com o reconhecimento da cidade-livre como um "experimento social", em troca do pagamento das contas de luz e água, até então a cargo dos militares, proprietários da área. O Parlamento decidiu que o experimento Christiania continuaria até a conclusão de um concurso público destinado a encontrar usos para a área ocupada.