Millor Fernandes:


Jornalismo, por princípio, é oposição – oposição a tudo, inclusive à oposição. Ninguém deve ficar acima de qualquer suspeita; para o jornalista, não existem santos.

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sábado, 20 de janeiro de 2018

SOBRE MITOS, ELEIÇÕES E DEJA VÚ

Em 2002, Lula era vendido como o paladino da ética e tinha uma militância que beirava o messianismo. O tempo passou e hoje sabemos o crápula que ele é.

Em 2017/18, Bolsonaro é vendido como o paladino da moral e retidão e tem uma militância que beira o messianismo (com trocadilho, por favor). Seus defensores o tomam por honesto por não ter seu nome envolvido na Lava Jato (apesar de ter sido do PP à época e o partido ter sido o que recebeu mais dinheiro de propina), mas vejamos algumas coisas:

Para alguém apontado como reto e moralmente impoluto, é no mínimo incoerente que use auxílio-moradia mesmo tendo residência fixa em Brasília e assumidamente diga que usava o dinheiro (palavras suas) pra comer gente (algo duplamente amoral, mas defendido por seu séquito como algo aceitável, mesmo que feito com dinheiro público).

Alguém tão ético não poderia também manter funcionários fantasmas em seu gabinete enquanto os mesmos residem em outra cidade e exercem funções particulares em sua propriedade particular... não é o caso de Jair, que mantém em seu gabinete em Brasília o pagamento de seu caseiro e esposa.

O fato dele não aparecer em 70% das sessões, mesmo nas que preside, diz mais sobre sua nulidade como deputado do que um possível boicote defendido por seus fiéis.

Como disse antes, ele não passa de um político comum alçado à condição de Dom Sebastião da vez por um séquito de estatólatras que querem um ditador pra chamar de seu e não diferem em nada de petistas e demais comunistas.

O tempo, no caso deste, também passará.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

O fim da Lava Jato está sendo desenhado no STF

PEN: Partido Ecológico Nacional, guardem bem esse nome.

O STF começou a julgar duas ações protocoladas pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e pelo Partido Ecológico Nacional (PEN) contra o entendimento da Corte que autorizou prisões de condenados na segunda instância da Justiça.

Esse partido junto a OAB (essa todos conhecem e sabem que não presta) ao protocolarem essa ação pode minar os poderes do juiz Sérgio Moro e implodir de vez com a Lava Jato.

Em 2012 eu havia alertado sobre a criação desse partido que de Ecológico não tinha nada, a legenda era apenas uma fachada.

http://shogunidades.blogspot.com.br/2012/06/mais-um-partido-religioso.html

Em fevereiro, por sete votos a quatro, o Supremo decidiu que pessoas condenadas em segunda instância devem começar a cumprir pena antes do trânsito em julgado do processo (fm do processo). Com a decisão, um condenado pode iniciar o cumprimento da pena se a Justiça de segunda instância rejeitar o recurso de apelação e mantiver a condenação definida pela primeira instância.

Se esta decisão for alterada a operação Lava Jato é minada, pois todos os delatores que hoje colaboram com a investigação, estarão automaticamente livres para esperar a decisão de instância superior (o que demorará anos) e podem desistir de todas as delações feitas. Uma vez que só colaboram para ter redução na condenação de segunda instância.

O que assistimos no senado com a meia absolvição de Dilma, ao salva-la da inabilidade na quarta, pode ter sido não o golpe total mas apenas uma peça muito bem montada de um golpe maior, um esquema enorme para salvar toda a classe politica do pais.

Até anteontem tinhamos um inimigo óbvio e de fácil reconhecimento: O Bolivarismo petista. Um tumor que foi arrancado mas deixou uma metástase por todas as veias do sistema politico que antes era apenas entupida de gordura do corrupto comum, agora são células cancerígenas de um verdadeiro sindicato do crime.

Se na "era Vargas" o ditador idolatrado por toda a classe politica e por gente viciada em estado fazia uso de matadores, pistoleiros e canalhas jagunços disfarçados de assessores pessoais para eliminar inimigos hoje o sistema sem uma cara tem meios mais complexos para eliminar inimigos sem sujar as mãos.

Ontem, o STF já começou a apreciar a peça monstruosa apresentada pelo PEN e pela OAB, e o relator Marco Aurélio Mello votou a favor dela...
http://www.valor.com.br/legislacao/4696285/relator-no-stf-vota-contra-prisao-em-decisao-de-2-instancia

Os idiotas black blocs que estão fechando as ruas e atrapalhando a vida dos trabalhadores deveriam acertar seu foco. Na praça dos três poderes, em Brasilia; é o local mais apropriado para lançar seus molotovs. Não o farão, pois são burros, alienados e cooptados por gente que ganha muito bem para defender o partido que trouxe esse câncer até nós deixando corruptos mal acostumados com mensalões e esquemas gigantes de corrupção em estatais.

Enfrentar um ditador com cara definida é mais fácil. Já a metástase é sempre mais difícil de tratar que o tumor...

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Bem vindos finalmente a oposição, petistas

Tudo é uma questão de momento em politica...

Para que fique muito claro. A saída em definitivo de Dilma Rousseff da presidência representa somente o fim do projeto de poder de um partido. Seu governo tinha um caráter totalitário, populista e ela não disfarçava isso. Sua amizade com ditadores deixava claro o rumo ao qual o Brasil tomaria se ela permanecesse até o final de seu mandato.

Ontem a tivemos substituída pelo seu vice. Seu vice esteve do seu lado nos últimos 5 anos, chancelou seus desmandos, sua incompetência e o desastre que causou na economia do pais. De última hora mudou sua posição e seu partido formado essencialmente por raposas mais experientes decidiu aproveitar o anseio popular pela cabeça da rainha louca para tira-la da jogada, dar-lhe uma "saída honrosa" - que convenientemente a todos a protege de ser investigada pelo herói do momento: o juiz Sérgio Moro - e acalmar os ânimos. O PMDB democraticamente eleito pelos eleitores de Dilma com 54 milhões de votos, agora tem a presidência nas mãos, como raposas que são, sabem que não podem parasitar um corpo sem nutrientes, e eleitos democraticamente com votos de petistas eles poderão tomar medidas que seus eleitores jamais apoiariam para nutrir o corpo que pretendem parasitar.

Trocamos de presidente, trocamos de projeto de poder, mas índole continua a mesma. Parasitar o Brasil. O governo PT/PMDB é uma simbiose que trocou de cara, meta e objetivos. O hospedeiro somos nós. E tenho certeza que esse parasita fará o trabalho de drenagem da vida de seu hospedeiro de forma mais generosa que sua antiga cara.

Enquanto isso, dou às boas vindas a petistas, marxistas, isentões para o combate a uma simbiose que vocês; ao olharem dentro dos seus olhos, verão a própria face com outras cores e outro nome. Mas ainda representa a cara de vocês. Assumir erro nunca foi o forte de vocês, por isso sua outra parte na simbiose mais vivida, mais sábia os removeu de cena.

Sejam bem-vindos a oposição ao governo, mas lembra-los-ei todos os dias que esse governo foi eleito por vocês. Temer é sua cara e personificação. Vocês são responsáveis pelos seus erros, mas não poderão comemorar seus acertos.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

A VOLTA DOS DECADENTISTAS

No início do século XX, um grupo de pessoas que enxergavam com desconfiança o materialismo vigente, a euforia geral e a sensação de que a humanidade tinha chegado ao seu ápice. Eles eram conhecidos como decadentistas.

Era um grupo, cujo o olhar pro seu tempo, era permeado de ceticismo, isento de paixões e permeado de racionalidade, foram eles que alertaram pro perigo do que viria a acontecer, anteviram a Primeira Grande Guerra.

Estamos passando por algo parecido, há um grupo que, mesmo fazendo pilhéria, tem essa postura que pode ser denominada como novos decadentistas. Eles são realistas, são visionários por olharem de forma cética e isenta de paixões ou idolatrias.

Os novos decadentistas vos alertaram em 2013, 2014, 2015 e já estão anunciando o que está por vir, mas como Cassandras, novamente não serão ouvidos. Nesse embate gastronômico entre Coxinhas e Mortadelas, são eles que enxergarão o que de pior está por vir. São eles que estão no fundo da festa vendo quem vai passar vergonha por embriaguez, são eles que apontarão o dedo e dirão (em breve): "eu avisei!"

Foi tudo uma farsa, todos ganharam, menos o povo

Venho por meio desta anunciar que fui conscientemente feito de idiota, e insisti no erro de acompanhar pela TV um teatro. Um teatro maior que o que foi armado em 1992.


Não é a foto dos milhões nas ruas pedindo o impeachment que ficará na história, mas sim esta imagem.

O senado decidiu pelo que já estava posto. Dilma Rousseff foi impedida por 61 votos a 20, mas não há motivos para se comemorar. O Senado condenou mas não puniu o réu. Se ontem eu torcia, pelo bem da perda da narrativa de golpe pelo PT que Dilma não fosse condenada, hoje eu carrego a certeza de termos acompanhado um grande jogo de cena.

O senado chamado de golpista pelos defensores de Dilma nos últimos dias a poupou do verdadeiro castigo. Só o impeachment é muito pouco.

É um deboche contra os mais de 12 milhões de desempregados que a causadora da desgraça de tantas pessoas possa ocupar cargo público e ainda se aposentar as nossas custas. Dilma que foi a vida inteira uma burocrata de carreira vai poder exercer cargos públicos, se aposentar e ser sustentada por nós.

Misericórdia ou blindagem?

Amanhã Dilma poderá receber propostas e ser nomeada para ocupar um cargo com foro e se livrar da Lava Jato e de Moro. Todos se salvam, mesmo aqueles que discursaram pedindo que Dilma fosse também inabilitada. E a foto acima descreve de quem eu falo.

Ganha o PMDB com a presidência;
Ganha Dilma com a impunidade;
Ganha o PT com a narrativa de golpe;

Quem não ganha é o povo, que segue dividido com alguns crendo que são vitimas de um golpe e outros felizes com a cabeça da rainha louca servida numa bandeja.

Cai o projeto de poder de um partido, fica uma crise, um rombo enorme para ser tampado, ficam 12 milhões de desempregados e milhares e incontáveis empresas e negócios falidos (Um milhão e oitocentas mil segundo os dados oficiais em 2015).

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Minhas considerações sobre o processo do Impeachment de Dilma

Estou acompanhando cada fato que se desenrola no julgamento de Dilma no Senado, e faço minhas considerações definitivas de tudo que vi.

No processo de impeachment nem acusação e nem defesa estão mentindo pra ser bem sincero.

Hoje eu considero, baseado pela defesa, que Dilma agiu por uma interpretação da lei para emitir os decretos. Cardoso acertou em cheio na defesa, e eu em enxergar que essa seria a tônica na minha postagem anterior onde destaco:

Dilma seria condenada por um julgamento politico somente, pelo conjunto da obra, pela vontade da maioria da população e por políticos com medo de contrariar esse anseio. (A narrativa de golpe foi criada para constranger esses políticos, não colou agora, mas pode colar no futuro). Não porque de fato cometeu um crime. É isso que corre o risco de acontecer. .

A acusação diz a verdade ao denunciar que Dilma só foi eleita com uso de fraude contábil e estelionato eleitoral e que pelo "conjunto da obra" é responsável direta pela crise no Brasil a qual ela sabia que existiria, que maquiou dados contábeis e falseou estabilidade no ano eleitoral e que por isso merece ser deposta mesmo que não possa ser julgada por crimes que cometeu no mandato passado.

Portanto a votação fica por conta de interpretação que cada senador tem da lei. Muitos não vão votar com base na interpretação mas sim pelo "conjunto da obra" ou medo eleitoral uma vez que a maioria da população está contra Dilma.

Por isso acho que Dilma será condenada e a esquerda vai ganhar a narrativa do golpe.

Já estou até torcendo para ela não ser condenada em nome da narrativa. Mas em nome do pais o melhor seria que ela fosse condenada. Em todos os casos "Temer fica"... já que Dilma não conseguiria governar, essa é a única definição.

O que  não podemos é deixar todo o pais parado sem uma definição até 2019.

Preparem-se para a guerra de narrativas: O PT desistiu do presente e já se prepara para o futuro.

Sinceramente acho que Dilma vai ser condenada mas, acredito que a esquerda vai ganhar a narrativa de golpe.

Explico: A estrategia de defesa de Dilma agora gira muito mais em torno de uma interpretação da lei de responsabilidade fiscal. Gerando uma dubiedade no texto da lei.

Dilma seria condenada por um julgamento politico somente, pelo conjunto da obra, pela vontade da maioria da população e por políticos com medo de contrariar esse anseio. (A narrativa de golpe foi criada para constranger esses políticos, não colou agora, mas pode colar no futuro). Não porque de fato cometeu um crime. É isso que corre o risco de acontecer.

Nessa foto podemos ver um golpe em curso

Dilma admite estar fazendo uso de um jogo de narrativa ao dizer que se for condenada pelo senado é golpe, se for inocentada todo o processo foi democrático. O que é contraditório. Mas não para Dilma nem para o PT. Há um objetivo por trás disso.

O PT já desistiu do presente e se prepara para o futuro gravando um documentário durante o julgamento no senado. O objetivo é muito simples contar a história pelo seu ponto de vista no futuro para os jovens. Basicamente seus filhos serão cooptados por professores nas escolas que exibirão esse documentário em sala de aula.

Enquanto a esquerda se prepara para cooptar novas gerações nas escolas a direita não parece ter mudado muito.

Conservadores consideram que sejam eles responsáveis pela queda de Dilma. Quando na verdade só conseguiram com a ajuda de um rato como Cunha. Não articularam politicamente para tal. Se hoje a esquerda perdeu o monopólio das ruas, da indignação e das narrativas quem lhes forneceram argumentos e provas para refutar e atacar a esquerda foram odiados e descartaveis liberais. Ao contrário do que pensam os seguidores de um filosofo metido a aiatolá messiânico. (O aiatolá era contra o impeachment e promoveu perseguição aos movimentos de rua).

A guerra politica será essencial nos tempos que se seguem e conhecimento de publicidade e propaganda será primordial para aqueles que pretendem entender o que se passará nos próximos anos.

Estudem, sigam menos gurus, mitos ou semi-divindades que irão salva-los da "ameaça comunista" e se preparem para contar às próximas gerações o que de fato aconteceu. Não houve golpe, houve um projeto de poder partidário que naufragou e levou um pais inteiro junto.

E tudo que tenho a lhes dizer.

Não há golpe:

quinta-feira, 23 de junho de 2016

MACBETH E A INSANIDADE DO PODER


Esses dias, numa aula de literatura, exibi para meus alunos uma versão recente de Macbeth para posterior discussão. Enquanto assistiam, fiquei refletindo sobre a obra e sua atemporalidade. Esse é um traço dos clássicos, que os tornam obras relevantes e vindouras, e a peça shakespeariana não é diferente.

Nela, o nobre Macbeth recebe um vaticínio de três bruxas, ainda no campo de batalha, de que ele será coroado rei. Ao tomar ciência da profecia, sua esposa, Lady Macbeth o convence a matar o rei e seu príncipe (que sobrevive e foge) para que assuma o trono. Tomados de ambição, deixam então um rastro de morte e tirania para perpetuarem-se no poder. Porém, passam a ser assombrados pela culpa, que os levam à loucura, solidão e no fim à morte.

A obra trata de ambição desenfreada e da tirania por trás da busca pelo poder absoluto. A tragédia mostra o quanto o caráter de um homem (muitas vezes, já tendo valores morais questionáveis) pode mudar e como sua alma pode apodrecer em nome desse poder. Sua relevância está no fato de que isso é da condição humana. A tragédia está presente em nossa essência e somos fadados a atos vis, por isso a existência de valores morais para nortear-nos.


E por que estou falando de uma peça da era elisabetana aqui no blog? Porque, enquanto ia vendo o filme com meus alunos fui pensando em nossa situação política atual e em como ficamos à mercê de um regime tirânico, vendo como várias almas foram ou são corrompidas em nome de um projeto de poder. Sim, estou falando desses treze anos de governo do PT, desses treze anos em que ficamos – e ainda estamos – sob o jugo de tiranetes que buscavam não fortunas, mas uma eternização no comando do país.

Nem pretendo falar de detalhes sórdidos que beiram à obscenidade, isso já vem sendo mostrado em todos os veículos de comunicação. Na verdade, o que gostaria de analisar (ou tentar analisar) como isso acontece, como ficamos tão vulneráveis a esse tipo de pessoas, como alguém que interage em sua vida privada, que tem amigos, familiares, filhos, netos, é capaz de, em nome de algo abstrato como o poder, em nome de dominar as vidas de todos e ter a todos sob sua tutela e capricho, promove todo tipo de atrocidade, todo tipo de vilania – e não é aquela caricata dos filmes do passado – para se manter como o mandatário de um país.


Lula, Dilma e toda a sua corja um dia (acredito eu) tiveram algum princípio moral. Assim como Macbeth e sua esposa, um dia ambicionaram apenas tocar suas vidas, porém, assim como eles, provavelmente algo os fez acreditar que eles eram os escolhidos, eles eram os vaticinados a guiar o povo e serem líderes. Alguém mítico deve ter dito: “sereis rei!”.

E a partir desse ponto, não mediram esforços, não avaliaram a moralidade de seus atos, simplesmente agiram. Como Macbeth, deixaram um caminho de sangue e miséria, assim como Macbeth, encastelaram-se no poder e assim como o Rei da Escócia, passaram a ver inimigos e sombras a quererem derrubá-los.

Eles se embriagaram de poder e aparelharam todo o sistema, corromperam as instituições, roubaram, destruíram reputações, perseguiram adversários e deixaram um rastro de destruição que ainda perdurará. Deixaram um mal enraizado de uma maneira tão profunda que, se regado, criará novos tiranetes, novos reis imerecidos que se agarram a títulos e status e, como um Midas inverso, transformarão tudo que tocarem em fome e miséria.



Vivemos tempos sombrios, como viviam os súditos de Macbeth, mas torço para que, assim como ele, esses nossos tiranetes sofram suas merecidas punições. Espero que, assim como a obra, os homens justos se ergam para destronar e arrancar o mal plantado em todos os recantos do poder e que possamos ter um porvir onde Macbeth e outros tiranos sejam apenas exemplos de obras que tratam de um mal que já existiu e que deixe de refletir a realidade. Que aconteça em nosso tempo o destino de toda tragédia: a punição do mal.



sábado, 14 de maio de 2016

Esquerdistas, cresçam, larguem a canalhice e voltem a fazer oposição feito adultos.

O estardalhaço petista é tão bizarro, caricato e estupido que é de chorar de tristeza que gente supostamente inteligente repita feito robôs as frases feitas da narrativa do falso choro.

Reclama-se que Temer com 29 ministérios não tenha escolhido uma mulher para seu governo. Enquanto Dilma com o absurdo número de 39 ministérios tinha apenas 6 ministras.

Temer não é burro e ele convidou pelo menos duas mulheres para compor seu governo e as duas recusaram alegando possíveis divergências com seus partidos.

A reclamação de machismo se torna ainda mais ridícula quando se pesquisa a vida do presidente interino e se descobre que ele há 30 anos atrás criou a primeira delegacia da mulher, pelo menos 15 anos antes de existir a lei Maria da Penha. Machista?

O mais lamentável é que eu, que gostaria de exercer oposição isenta ao presidente Temer, precise vir a público para desmentir gente supostamente inteligente que repete jargões sem nem se dar ao trabalho de pensar por pura cegueira ideológica.

Querem questionar o ministério de Temer questionem Cassab, Picciani e dois investigados pela lava-jato, além de 5 citados. Ah sim, vocês não podem. Cassab e Picciani eram aliados e Dilma tinha 19 investigados na lava-jato ao longo de seus dois mandatos. Isso não os indignava até quarta-feira.

Devo lembrar também que ministros de Temer citados/investigados na Lava Jato são todos deputados, significa que o argumento da esquerda em querer comparar a nomeação de Lula não procede. Eles já tinham foto privilegiado antes.

Enquanto tem gente choramingando a falta de mulheres no governo, o fim do Ministério da Cultura e os cortes feitos por Temer eu estou mais irritado que mesmo com essas reduções e cortes ainda corremos o risco de ter a CPMF de volta. Dilma deixou o pais quebrado e não economizou um centavo desde que foi re-eleita em 2014. Manteve o estado inchado realizando cortes onde não devia pra manter privilégios de aliados partidários. E ainda queria ressuscitar o imposto. Disso essa gente nada reclamava. Agora vão, não porque se incomodam em pagar mais um imposto. E sim por que não é a sua presidente ungida quem irá recria-lo. Se fosse diriam que o sacrifício é necessário.

E por fim, vamos ao primeiro dos argumentos falsos usado pelos esquerdistas em geral: "Temer chegou a presidência sem nenhum voto". Amigo, o artigo 178 do TSE desmente sua versão. "Art. 178. O voto dado ao candidato a Presidente da República entender-se-á dado também ao candidato a vice-presidente"

Se você votou na Dilma, votou no Temer.  Cresçam!!

Eu gostaria muito de continuar sendo oposição ao governo, mas diante dos acertos recentes e do choro patife que a esquerda vem mantendo fica difícil.

Façam oposição adulta e deixem de histeria gratuita. Por favor, não me transformem numa espécie de PSOL do PMDB. É ridículo para mim e para todos nós.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

O Sentimentalismo Politico e a Destruição da Razão

Às vezes a irracionalidade e a canalhice da esquerda chegam a me dar nojo. A mais nova moda é tentar deslegitimar o impeachment de Dilma meramente porque as pessoas que a julgam são corruptas.

O problema é que o efeito disto é apenas desviar a atenção e inverter o ônus da prova. Há um verdadeiro abismo entre julgar um impeachment respondendo à questão "Dilma cometeu crime de responsabilidade fiscal?" (para não dizer outros) e julgar o impeachment como se a pergunta a ser respondida fosse "Dilma é uma pessoa má?".

Ao se focar na suposta imoralidade do júri de Dilma, o efeito que a esquerda espera com isso é desviar a atenção e inverter o réu na equação. Acaba por transformar o impeachment não no julgamento das ações de Dilma, mas sim no julgamento do caráter de seus acusadores. Como se o impeachment se resumisse a uma mera questão de um bando de pessoas más querendo chutar o traseiro de uma pessoa de quem não gostam. Acabam por transformar o réu em vítima e o júri em réu por questões que não tem relevância alguma a um julgamento apropriado.

Claro que o fato do juiz e/ou júri serem corruptos aumenta as chances de um julgamento enviesado. Entretanto, ainda que coubesse ao congresso julgar os méritos das provas e das acusações, não podemos simplesmente substituí-lo por outro, muito menos por um congresso feito de homens santos ou incorruptíveis. A alternativa é permitir que a presidente saia impune de seus crimes apenas porque existe uma grande possibilidade dela ser julgada injustamente. Existe toda a diferença do mundo entre invalidar um julgamento inapropriado, expondo e provando suas irregularidades, do que impedir ou deslegitimar um julgamento antes que o mesmo aconteça, baseado em uma mera probabilidade de ocorrência de irregularidades. Trata-se de um caso óbvio de tentativa de obstrução da justiça.

Ainda que possamos nos dar o benefício da dúvida de que isto não se trate de pura má-fé, tal situação demonstra perfeitamente a incapacidade da esquerda de tomar decisões e fazer julgamentos baseados nas possibilidades e nas alternativas disponíveis, ao invés de usar como base um cenário perfeito ou idealizado. Em uma calamitosa situação hipotética em que todos os juízes do país fossem corruptos e não pudessem ser substituídos de imediato, alguém em sua sã consciência defenderia o fechamento de todos os tribunais, permitindo assim que todos os criminosos saíssem impunes de seus crimes?

Voltando à questão do impeachment, ainda que o congresso seja corrupto, isso não torna tal decisão necessariamente equivocada. Um equívoco é diferente de uma imoralidade. Uma pessoa pode ser o sujeito mais imoral do mundo, mas nem isso é suficiente para dizer que está equivocado. Einstein poderia ter sido o maior tirano do mundo e ter desenvolvido a ciência necessária para a bomba atômica com a intenção de se tornar um novo Hitler. Mas isto jamais refutaria ou invalidaria suas teorias científicas. Tampouco faria com que a decisão de apoiar os aliados contra os soviéticos e nazistas fosse uma decisão equivocada, ainda que o tivesse feito com intenções maléficas. Más intenções não levam necessariamente a resultados maléficos.

O reverso frequentemente também é verdade. Decisões que a princípio soam completamente morais e feitas na melhor das intenções podem levar a resultados catastróficos. Por exemplo, a moda intelectual pacifista que se alastrou após a primeira guerra mundial acabou apenas por enfraquecer a Europa militarmente, transformando diversas nações em alvos fáceis para os nazistas. O erro? Considerar as armas o verdadeiro inimigo, e não o comportamento das outras nações. A realidade muitas vezes é dolorosa e nos força a tomar decisões que não são exatamente das mais atraentes. Apenas no mundo dos quadrinhos é que basta o herói ser completamente virtuoso que conseguirá salvar todo mundo e ainda poupar a vida do vilão. Na vida real, poupar a vida do coringa significaria sacrificar centenas de vidas. Já diz o ditado que quem poupa o lobo sacrifica a ovelha.

Mas, segundo a lógica da esquerda, se uma pessoa é imoral ou canalha, isto faz com que todas as suas decisões sejam automaticamente erradas. Como se as ideias e decisões de uma pessoa devessem ser julgadas não por seus méritos ou consequências, mas pelo histórico de quem as defende. O que importa deixa de ser "o que" se diz, mas sim "quem" diz o que. Como se o fato de um sujeito ser um bom pai fizesse com que todas as suas decisões e ideias estivessem automaticamente certas, e o fato de ser um pai abusivo fizesse com que todas suas decisões e ideias estejam automaticamente erradas.

Ao se negar olhar para a realidade e ver a diferença entre imoralidade e equívoco, o efeito prático é que a esquerda visa transformar a política não em um lugar onde se devessem tomar decisões racionais baseadas em méritos e consequências, mas sim em um seminário moral, onde a virtude dos tomadores de decisão seja o único critério de legitimidade ou de prudência dessas decisões. Alguém, em sua sã consciência, acharia prudente colocar crianças para tomar decisões complicadas apenas porque elas são inocentes e santas (considerando que ela acredite que isso é mesmo verdade)? Porque o efeito seria praticamente o mesmo. Não é nenhuma surpresa, portanto, que a esquerda defenda políticas baseando-se apenas na intenção das mesmas enquanto ignora suas consequências.

O óbvio ululante é que a esquerda é completamente incapaz de relacionar causa e consequência, de definir prioridades e diferenciar o que é relevante do que não é, e de colocar razão acima da emoção. Não à toa seja um terreno tão fértil para todo espécie de sentimentalismo doentio. Mais cedo ou mais tarde, a realidade cobrará o seu preço.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

A Esquerda Vive de Narrativas: Parte 2

Por: Rafael Andreazza

Esses dias um conhecido meu, claramente esquerdista, compartilhou este link, entrevistando um sociólogo preocupado com o clima de caça às bruxas contra ideias de esquerda, dando destaque a um argumento estapafúrdio do sociólogo em questão:

A realidade da universidade no Brasil, hoje, não tem nada a ver com isso (Doutrinação marxista). Na verdade, o que eles chamam de marxismo é qualquer coisa que envolva a defesa de direitos humanos, direitos sociais, de “minorias”, e de tudo o que, nestes últimos doze anos, possa ter significado um avanço social. Com todas as críticas que se possa ter, os governos do PT avançaram muito deste ponto de vista. Lula promoveu no Brasil uma espécie de pacto social, trazendo para o governo outros partidos e outros setores, incluindo o empresariado. Em troca disso, conseguiu inserir na agenda do País o combate à miséria, ações afirmativas, políticas de enfrentamento da violência contra a mulher e uma série de outras coisas que não estavam na pauta política nacional. Isso tem alguma coisa a ver com marxismo? Não tem nada a ver. Está mais para uma agenda social-democrata, de ampliação do Estado democrático de direito para setores que, historicamente, ficaram de fora. Foi isso o que aconteceu no Brasil.
 Chega até a ser engraçado afirmar que existe uma perseguição ideológica contra as ideias de esquerda na universidade. Tanto que a USP chegou recentemente a criar um coletivo da "juventude anticapitalista e revolucionária" e a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) chega até ter um "centro de difusão do comunismo". Veja bem: não é nem de ESTUDOS sobre o comunismo, mas de DIFUSÃO.

De resto, a fala em questão chega a ser patética. Se o Brasil avançou nesses 12 anos, foi apesar do PT, e não por causa dele. É muito fácil, por exemplo, aprovar uma lei Maria da Penha e dize que está "valorizando a mulher", mas onde estão os dados estatísticos comprovando que a violência contra a mulher realmente diminuiu? Vale lembrar que a violência e a criminalidade nesses anos só aumentou. Que espécie de avanço nas "políticas de enfrentamento da violência" é esse que segue lado a lado com um aumento da criminalidade?

Outra afirmação ridícula foi de que o PT ampliou o "estado democrático de direito para setores que, historicamente, ficaram de fora". Quer dizer então que se não há uma lei específica para cada grupo específico isso quer dizer que eles não são contemplados pela lei? Isso sem falar em tudo que o PT fez esses anos para DESTRUIR o Estado Democrático de direito, como o controle de mídia (rejeitado pela câmara, felizmente) e o Decreto Bolivariano que daria mais poder à "sociedade civil", sendo que o que eles chamam de "sociedade civil" nada mais são do que coletivos ideologicamente alinhados com o governo, como o MST. Chega a ser patético dizer que houve uma ampliação do Estado Democrático de Direito quando o PT também nada fez contra a plutocracia nefasta que assola o país, colocando políticos (em especial do partido) acima da lei enquanto cria um verdadeiro culto de personalidade à figura do ex-presidente, tratando-o como uma espécie de semi-deus (parece que ele não entendeu a parte da igualdade perante a lei exigida por um verdadeiro Estado Democrático de Direito).

A parte da vanglorização das leis afirmativas é outra balela que, além da falta de evidências de sua eficácia, só servem para polarizar a sociedade, acusando os opositores de serem "elitistas" que não querem que os pobres melhorem de vida. Ignoram que foi justamente um liberal - Milton Friedman - que defendeu a política de vouchers, que consiste no governo pagar bolsas para que os pobres possam estudar em boas escolas particulares ao invés de ter escolas administradas pelo governo. Chega a ser digno de nota que a esquerda que rejeita e ignora os vouchers é a mesma que defende políticas de cotas sob o argumento estapafúrdio de que os pobres estão em desvantagem no processo de seleção universitário por não terem acesso a escolas particulares de melhor qualidade. Pior: implicitamente neste argumento, estão dizendo que a escola pública não presta, mas a solução sugerida por muitos na esquerda não é mandar os pobres para escolas privadas, e sim tornar todo o ensino básico público porque as escolas privadas "não se importam com a qualidade do atendimento" porque "visam o lucro e não o atendimento das necessidades da sociedade". A mesma esquerda que fala em aumentar o acesso à educação e em melhorar a vida dos pobres também nada faz ou diz contra a burocracia asfixiante que impede outra rota de saída da pobreza: o empreendedorismo. Em todos esses anos de PT, a liberdade econômica do Brasil só despencou. Isso sem contar as tentativas de aumentar impostos e recriar a infame CPMF.

Por último, a piada do dia mesmo foi o enfrentamento da miséria. Por mais que programas como o Bolsa Família possam ter até tirado várias pessoas da miséria, o que mais que o PT entregou esses anos todos às classes baixas? Inflação galopante, fuga de investimentos e a pior crise das últimas décadas. Tudo isso ao mesmo tempo que enche o bolso de empresários como o Eike Batista, e emprestam bilhões para ditaduras.

A mesma esquerda que diz se preocupar com os pobres é aquela que afunda as pessoas na pobreza. A mesma esquerda que vai às ruas protestar por passe livre não dá um pio sobre os repasses bilionários a ditaduras ou ao corte de 6 bilhões na educação. A esquerda é puro cinismo e hipocrisia.

Intelectuais como Thomas Sowell já falavam sobre esse tipo de artimanha. Intelectuais (juntamente com seus admiradores e defensores) que querem apenas pensar bem de si mesmos, mas estão pouco se lixando para as consequências do que pregam.

A esquerda vive de narrativas e propaganda. Na impossibilidade de entregar resultados concretos, é tudo o que lhe resta.


Mais: A esquerda vive de narrativas, não de fatos ou verdades
http://shogunidades.blogspot.com.br/2016/04/a-esquerda-vive-de-narrativas-nao-de.html

segunda-feira, 11 de abril de 2016

A esquerda vive de narrativas, não de fatos ou verdades


Por: MV. Mesquita (Editor do Blog)




A esquerda, desde os tempos dos Jacobinos jamais lidou com fatos ou com a verdade. A esquerda lida com narrativas.

Por ser ex membro do partido comunista Orwell entendeu isso muito bem a ponto de criar o conceito de novilíngua e do "duplipensar" implantados pelo fictício partido INGSOC (Sigla para Socialismo Inglês) do livro 1984 cujo o lema dizia: “Guerra é Paz; Liberdade é Escravidão; Ignorância é Força”.

Exatamente após entender que a esquerda vive de narrativas que distorcem os fatos e a verdade é que você assistirá a mais uma manifestação - do partido responsável pelo desvio de bilhões para auto-financiamento de campanhas e compra de votos parlamentares; autor intencional de uma das maiores crises econômicas do pais no últimos 60 anos; que conta com a aprovação de 7% da população; e que foi eleito com 38% dos votos válidos - batizada de "manifesto em favor da democracia contra o golpe".

Derrubar um governo que comete todas essas atrocidades é golpe.

Narrativa é tudo.

(Continua).

sexta-feira, 1 de abril de 2016

31/03 - O dia que nunca acaba.

Ontem dia 31/03 foi aniversário do golpe, ou revolução de 64 - chame como lhe convier - imposta pelos militares.

Não vou me estender na questão histórica aqui, já disse neste blog algumas vezes que a situação do Brasil era a de dois grupos brigando entre sí para impor uma ditadura.

Venceram os militares.

Não viramos uma Cuba graças a eles, mas não nos livramos da ameaça das ideias mofadas vermelhas também pela inabilidade deles em lidar ideologicamente e intelectualmente com a esquerda.

- Permitiram a infiltração do marxismo e gramscismo nos centros acadêmicos, num projeto que já havia começado anos entes do contra-golpe.

- Inábeis em lidar com os centros acadêmicos impuseram censura ao pais e deram argumentação mais que suficiente para que qualquer um possa critica-los.

- Ampliaram a atuação do estado aprovando algumas das reformas de base pretendida por João Goulard e deixaram o pais um campo próspero para o estatismo de esquerda que viria após a "abertura".

- Foram inábeis com a economia deixando o pais num buraco econômico sem precedentes até então, antes do atual causado por Dilma.

- E o pior, torturaram, mataram e criaram falsos mártires. Mártires que não cansam de bradar sobre a liberdade que temos em critica-los graças a sua luta. Liberdade esta que nunca pretenderam nos dar.

O que nos leva aos fatos ocorridos ontem, dia 31/03/2016.

Ontem ao invés das comemorações dos militares pela lembrança da data o que vimos foi uma manifestação nacional organizada pelas centrais sindicais e partidos de esquerda a favor do mandato do Dilma Roussef e e de Lula. Artistas, políticos e militantes famosos discursaram "a favor da democracia", mas é preciso frisar que esse democracia a que eles defendem não é a democracia onde a maioria decide o que quer no pais. A "democracia" defendida por essas siglas é a democracia onde eles decidem o que é melhor para o pais sobre a visão deles. É a democracia que só vale quando eles estão no poder.

Ontem o que ocorreu no pais foi a manifestação daqueles favoráveis ao execrável decreto 8.243 que ressuscitava os "soviets" da antiga União Soviética. Decreto esse que foi derrubado pelo congresso num raro momento de lucidez da classe parlamentar prostituída.

A "democracia" defendida por essa gente é a democracia onde o voto popular só tem validade quando elege um dos seus. E seu mandato passa vigorar como decisão divina, qualquer tentativa de retirar do poder um governante aleito por apenas 38% da população apta para votar é classificado como golpe, mesmo que seja a vontade da maioria da população - eleitores dessa candidatura arrependidos, inclusive. Quando a "democracia" elege um mandato não pertencente a essa 'nata ungida' o mandato pode e deve ser derrubado, pois é impopular. Não a toa, o partido dos trabalhadores ao longo de toda a sua história fez 50 (CINQUENTA) pedidos de impeachment a outros governantes.

O Partido dos Trabalhadores escolheu como data de sua manifestação contra aquilo que chamam de golpe, o 31/03. Se a intenção era de usar o simbolismo da data para dizer que "não vai ter golpe", devo dizer que se há algum simbolismo é de que a manutenção de um governo sem moral, que assume publicamente via twitter oficial do palácio do planalto que cometeu o mesmo crime cometido por outros governo, os quais o partido não hesitou em pedir cassação em 50 oportunidades fica claro quem é o golpista.

Os militares podem ter vencido em 64, mas nos 21 anos que estiveram no poder não foram capazes de deixar o Brasil livre daqueles que ainda querem dar o seu golpe. Gente que insiste em esfregar na nossa cara a sua "luta" por democracia. A democracia deles, onde a 'voz do povo' só vale quando o eleito é um deles.

É só mais um motivo para eu odiar o governo militar, não bastasse todo o estrago que fizeram a economia do pais, ao estrangular a liberdade econômica e inchar o estado. Criaram esses mártires sujos que não cansam de esfregar na nossa cara a suposta divida que dizem termos com eles.

E eu sempre tive vontade de cuspir na cara de quem faz isso, pois eu nunca pedi pra esses caras lutarem, não por liberdade - eles nunca quiseram isso; o que eles queriam é nos transformar numa Cuba, nas palavras deles "vamos fazer Cuba" - nunca pedi para assaltar bancos, explodir bombas e enfrentar um governo, militar que só foi posto no poder por um golpe porque do outro lado também haviam golpistas.

Estamos vivenciando um golpe, do golpe sobre o golpe.

quarta-feira, 16 de março de 2016

O bote da "Jararaca" e o riso dos palhaços.



Se o dia de hoje fosse o capitulo de uma história poderíamos chama- lo de: "O bote da Jararaca"

“Acuse seus inimigos daquilo que você faz; xingue-os daquilo que você é.”

Os petistas, que sempre chamaram os outros de “golpistas”, deram eles próprios o golpe.

Agora aonde ficam aqueles que faziam ironia sobre "onde estava o risco de uma ditadura comunista"?

Bom, a realidade é uma vadia e ela sempre da um jeito de ferrar a todos nós.

Tá ai o golpe bolivariano. Lula chefe da Casa Civil e em breve, terá poderes de primeiro ministro com o golpe parlamentar que vai ser imposto pra mudar o sistema politico de presidencialista para um parlamentarismo a la PT.

A essa altura nem podemos mais classificar o PT como único responsável, pois esse partido nada teria feito sem a ajuda, proteção, cumplicidade ou a omissão das demais legendas.

5 milhões de pessoas foram às ruas em todo o pais pedir pelo impeachment da presidente Dilma. Como o governo reagiu a isso? Preparando um verdadeiro golpe de estado orquestrado com a atuação dos três poderes do pais. Nunca esse governo demonstrou com tanta clareza o seu caráter totalitário.

Onde estão os falsos isentos debochados a essa hora? Larguem o seu riso cínico e venham por junto com todos nós a sua máscara de palhaço. Vocês inclusive, merecem muito mais que nós.


segunda-feira, 7 de março de 2016

Molon labe, PT


Petistas a todo momento vem insuflando violência nas redes sociais contra aquilo que chamam de "golpe". Não é de hoje que movimentos como MST, CUT fazem uso de incitação a violência para amedrontar opositores do governo Dilma.

Desde a última quinta quando o ex-presidente Lula foi forçado a depor pela Policia Federal que o próprio presidente PT, Rui Falcão, fez uso dessa tática ao chamar a militância para combater "os golpistas" e reagir. E o (mau) exemplo de Rui Falcão vem se repetido com ameaças de todo tipo contra manifestantes, contra o juiz Sérgio Moro chegando ao ponto de ocorrer reais agressões a grupos ordeiros de manifestantes e atentados a faca ao boneco inflável Pixuleco.

A tática de criar terrorismo ameaçando de por a militância nas ruas no mesmo dia da manifestação nacional contra Dilma no dia 13 é crime de Incitação à Violência e deve ser denunciada a cada nova publicação as páginas e perfis pró-PT.

As pessoas vão as ruas no domingo para se manifestar contra o governo do PT. A presidente Dilma está tentando se esconder atrás da CUT para esvaziar a manifestação. Também é possível que causem tumulto para no final posar de vitimas agredidos. certamente eles terão a ajuda da mídia nisso, já que esse faz vista grossa às agressões praticadas pelos militantes do PT e se limitam a exibir reações de populares a provocações feitas pelos vermelhos.

Por outro lado se petistas realmente pensarem e agir de forma violenta contra as pessoas que forem protestar é bom que estejam preparados para a reação da população indignada e farta da corrupção, cinismo e desfaçatez desse partido e de seus defensores que se julgam donos do pais. A surra que estão tomando na politica e na justiça pode se repetir nas ruas.

Molon Labe, petistas.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

A REVOLUÇÃO EDUCACIONAL DO PT: Uma fábrica de militantes ignorantes

Por Wilson Agostinho:



O Ministério da Educação está preparando uma Revolução Cultural que transformará Mao Tsé-Tung em um "moderado pedagogo", quase um “reacionário burguês.” Sob o disfarce de “consulta pública”, pretende até junho “aprovar” uma radical mudança nos currículos dos ensinos fundamental e médio — antigos primeiro e segundo graus. Nem a União Soviética teve coragem de fazer uma mudança tão drástica como a “Base Nacional Comum Curricular.”

No caso do ensino de História, é um duro golpe. Mais ainda: é um crime de lesa-pátria. Vou comentar somente o currículo de História do ensino médio. Foi simplesmente suprimida a História Antiga. Seguindo a vontade dos comissários-educadores do PT, não teremos mais nenhuma aula que trata da Mesopotâmia ou do Egito. Da herança greco-latina os nossos alunos nada saberão. A filosofia grega para que serve? E a democracia ateniense? E a cultura grega? E a herança romana? E o nascimento do cristianismo? E o Império Romano? Isto só para lembrar temas que são essenciais à nossa cultura, à nossa história e à nossa tradição.

Mas os comissários-educadores — e sua sanha anticivilizatória — odeiam também a História Medieval. Afinal, são dez séculos "inúteis", presumo. Toda a expansão do cristianismo e seus reflexos na cultura ocidental, o mundo islâmico, as Cruzadas, as transformações econômico-políticas, especialmente a partir do século XI, são desprezadas. O Renascimento — em todas as suas variações — foi simplesmente ignorado. Parece mentira, mas, infelizmente, não é. Mas tem mais: a Revolução Industrial não é citada uma vez sequer, assim como a Revolução Francesa ou as revoluções inglesas do século XVII. O apagamento da História, ao estilo Ministério da Verdade de “1984,” não perdoou a história dos Estados Unidos — neste caso, abriu exceção somente para a região onde esteve presente a escravidão, claro. Do século XIX europeu, tudo foi jogado na lata de lixo: as unificações alemã e italiana, as revoluções — como a de 1848 —, os dilemas político-ideológicos, as mudanças econômicas, entre outros temas clássicos e indispensáveis à nossa História.

Os policiais da verdade não perdoaram também a História do Brasil. Os movimentos pré-independentistas — como as Conjurações Mineira e Baiana — "não existiram", ao menos no novo currículo. As transformações do século XIX, a economia cafeeira, a transição para a industrialização foram desconsideradas, assim como a relação entre as diversas constituições e o momento histórico do país, isto só para ficar em alguns exemplos.

Mas, afinal, o que os alunos vão estudar? No primeiro ano, “mundos ameríndio, africanos e afro-brasileiros.” Qual objetivo? “Analisar a pluralidade de concepções históricas e cosmológicas de povos africanos, europeus e indígenas relacionados a memórias, mitologias, tradições orais e a outras formas de conhecimento e de transmissão de conhecimento.” E também: “interpretar os movimentos sociais negros e quilombolas no Brasil contemporâneo, estabelecendo relações entre esses movimentos e as trajetórias históricas dessas populações, do século XIX ao século XXI.” Sem esquecer de “valorizar e promover o respeito às culturas africanas, afro-americanas (povos negros das Américas Central e do Sul) e afro-brasileiras, percebendo os diferentes sentidos, significados e representações de ser africano e ser afrobrasileiro.”

No segundo ano — quase uma repetição do primeiro — o estudo é sobre os “mundos americanos.” Objetivo: “analisar a pluralidade de concepções históricas e cosmológicas das sociedades ameríndias a memórias, mitologias, tradições e outras formas de construção e transmissão de conhecimento, tais como as cosmogonias inca, maia, tupi e jê.” Ao imperialismo americano, claro, é dado um destaque especial. Como contraponto, devem ser estudadas as Revoluções Boliviana e Cubana; sim, são "exemplos" de "democracia"...... E, no caso das ditaduras, a sugestão é analisar o Chile de Pinochet — de Cuba, nem um parágrafo.

No terceiro ano, chegamos aos “mundos europeus e asiáticos.” Se a Guerra Fria foi ignorada, não foi deixado de lado o estudo da migração japonesa para o Paraguai na primeira metade do século XX (????). O panfletarismo fica escancarado quando pretende “problematizar as juventudes, discutindo massificação cultural, consumo e pertencimentos em diversos espaços no Brasil e nos mundos europeus e asiáticos nos séculos XX e XXI.” Ou quando propõe “relacionar as sociedades civis e os movimentos sociais aos processos de participação política nos mundos europeus e asiáticos, nos séculos XX e XXI, comparando-os com o Brasil contemporâneo.”

Quem assina o documento é o ex-ministro da Educação Renato Janine Ribeiro, um especialista brasileiro em Thomas Hobbes. Porém, Hobbes ou o momento em que viveu (o século XVII inglês) são absolutamente ignorados pelos comissários-educadores. Para eles, de nada vale conhecer Hobbes, Locke, Platão, Montesquieu, Tocqueville, Maquiavel, Rousseau ou Sócrates. São pensadores do mundo europeu. O que "importa" são as histórias ameríndias, africanas e afro-brasileiras......
O documento está recheado de equívocos, exemplos estapafúrdios, de panfletarismo barato, de desconhecimento da História. Os programas dos cursos universitários de História foram jogados na lata de lixo e há um evidente descompasso com a nossa produção historiográfica. A proposta é um culto à ignorância e à mediocridade intelectual. Nenhuma democracia no mundo ocidental tem um currículo como esse. Qual foi a inspiração? A Bolívia de Morales? A Venezuela de Chávez? A Cuba de Castro? Ou Lula, aquele que dissertou sobre a passagem de Napoleão Bonaparte pela China?



sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

O STF aparelhado deu a última pá de cal no impeachment de Dilma



Ontem enquanto se discutia o bloqueio do WhatsApp o STF aplicou um golpe no pais aniquilando a separação entre os três poderes em favor da presidência da república.

G1 - STF veta chapa alternativa e dá poder ao Senado para barrar impeachment
http://g1.globo.com/politica/processo-de-impeachment-de-dilma/noticia/2015/12/stf-veta-chapa-alternativa-e-da-poder-ao-senado-para-barrar-impeachment.html

O STF entrou em matéria do Congresso Nacional, como se fosse legislador - e não julgador

Gilmar Mendes ontem disse: "Vamos dar a cara à tapa. Estamos tomando uma decisão casuística. Assumamos então que estamos manipulando o processo.".

Para que se tenha um entendimento, por esta decisão inédita do STF de cancelar a decisão do Câmara de Deputados o processo do impeachment do Congresso para o Senado - onde o governo tem maioria e Renan Calheiros não terá o menor problema em travar o processo - Essa mesma decisão em 1992 teria impedido impeachment de Collor, a Câmara votou pelo impedimento do ex-presidente enquanto o STF o inocentou. Porque os ministros na época não fizeram o mesmo?

Nós alertamos aqui sobre o perigo da eleição de Dilma em 2014, pois seria pela primeira vez que um governo terá todos os ministros indicados ocupando as cadeiras do STF.




O governo não precisa mais se preocupar em não ter a maioria no congresso.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

A esquerda mundial está ruíndo

- Na Venezuela após 20 anos finalmente o governo bolivariano sofreu uma derrota histórica nas eleições do pais. Maduro não tem mais a maioria do congresso. A derrota nas urnas foi tão acachapante que Maduro teve que aceitar a derrota nas urnas, mas antes deve tentar algum golpe para governar por decretos (algo parecido ao que Dilma tentou ano passado) e com apoio militar.

- Na Argentina uma vitória quase sem precedentes. Um candidato não Kirchnerista (esquerda) e não Peronista (populismo) venceu as eleições presidenciais. Mauricio Macri é liberal e líder de um partino criado recentemente.

- Na França a direita (a quem a globo insiste em usar o termo extrema-direita para desqualificar) conseguiu uma vitória importante sobre os socialistas, muito motivado pelo fracasso da esquerda na politica com imigrantes e que culminou nos ataques a Paris cometidos por extremistas infiltrados no pais graças a essa politica.

Meus queridos, a esquerda mundial está ruindo. Não é algo local ou pontual. É uma tendencia mundial.

No Brasil existem dois processos que podem tirar o mandato de Dilma Roussef por ter cometido fraudes contra a responsabilidade fiscal e estelionato eleitoral.

A chance de nos livrarmos dessas baratas tontas bolivarianas do governo está se abrindo.

O foco é vermelho e devemos manter os olhos abertos às linhas auxiliares desse projeto: REDE, PSOL; e a esquerda água com açúcar: PSDB. Mas para derruba-los, teremos que dinamitar também as raposas velhas que deram suporte e apoio a esse projeto nefasto (Leia-se PMDB e demais aliados).

sábado, 5 de dezembro de 2015

Wilson Agostinho: Hélio Bicudo é a verdadeira bandeira do Impeachment de Dilma.

Por Wilson Agostinho



Como bem definido, mas de certa forma mascarado, o portador da bandeira do impeachment é o jurista Hélio Bicudo. Não é o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, sob mira da metralhadora midiática, bombástica e avassaladora para enfumaçar e desviar o foco dos malfeitos — muitos, insuportáveis e repulsivos — do governo da “presidenta” Dilma Roussef.

A bipolaridade marcante das duas autoridades, ao ponto de Eduardo Cunha declarar a ruptura com o governo, mesmo sendo do PMDB/bengala-PT, mantinha ultimamente um viés de salvação da própria pele, momentos de atração, momentos de repulsão. Em que pesem as acusações sobre o atual presidente da Câmara, cabe ao detentor desse cargo, enquanto o for, acatar ou não as acusações sobre o presidente da República em exercício. Em perfeita consonância com os ditames da Constituição Federal. Chamar de "golpe" é infantilidade, rótulo simplista, e falta de argumento, como “(A) xingar a mãe de (B)”. As imputações de crimes e/ou condutas reprováveis estão circunscritas à instituição legal para apreciá-las. Ponto.

Desqualificar Eduardo Cunha é mera jogada de marqueteiro para amaciar a opinião pública, nítida e gradativamente se acostumando com o fedor que exala do Planalto, governo do PT, com expoentes do partido condenados ou presos. Do mensalão, com José Dirceu (era ministro-chefe da Casa Civil do gov. Lula), José Genoíno, Paulo Cunha, Delúbio Soares (foi tesoureiro), ao petrolão — limpeza lava a jato — com João Vaccari Neto (foi tesoureiro) e mais recente, o senador Delcídio Amaral, líder do governo Dilma. E mais, elevado número de ministros afastados por vários motivos, não virtuosos.

Ao contrário de Eduardo Cunha, destaque diário nos telejornais por contas no exterior e outros valores para anestesiar a nação, no polo oposto ao governo Dilma está Hélio Bicudo, mentor das denúncias, que assina com outros, o pedido de impeachment. Como é um jurista de nomeada e de reputação ilibada, convém às patrulhas ideológicas mantê-lo na sombra e a iluminar o presidente da Câmara, pendurado na Comissão de Ética, que no processo de impeachment, simplesmente aceita o pedido e o submete aos pares para condenar ou absolver a “presidenta”. Taxar Hélio Bicudo de "golpista" não conseguem fazer diretamente, por isso o escondem, e repetem como palavra de ordem generalizada, prática do petismo. E no caso Bicudo pertenceu aos quadros do PT desde os primórdios, onde exerceu funções de relevo, e o renegou exatamente no advento do mensalão do PT que assombrou o Brasil e transformou o ministro do STF, Joaquim Barbosa em baluarte contra a quadrilha que assaltou o tesouro, infiltrada no governo central e Congresso Nacional.

Links: Época - O que diz o pedido de Hélio Bicudo para o impeachment de Dilma.
http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2015/12/o-que-diz-o-pedido-de-helio-bicudo-para-o-impeachment-da-presidente-dilma-rousseff.html

As razões técnicas estão expostas no pedido, ao que consta bem fundamentadas no alegado descumprimento da Lei de diretrizes Orçamentárias e Lei de Responsabilidade Fiscal, malfeito apelidado de “pedaladas fiscais”. Sendo o único aceito dentre 34 pedidos neste ano; ao todo 48 desde 2011, maior registro com início no governo Collor de Melo. Ora, cabe assim a decisão aos 513 deputados após os trâmites legais, ampla defesa e conclusão nessa Casa legislativa. A depender de 2/3, voto de 342 deputados, o impeachment é aceito no patamar considerado. Em termos percentuais, 66,66...%.

Se a Câmara "representa a sociedade", grosso modo se pode observar o que esta pensa a respeito da presente condução do país. Na pesquisa de 30/11/15 – Datafolha, a rejeição ao governo Dilma atinge 67% e, 65% dos entrevistados são favoráveis ao impeachment. Nota ínfima de 3,2 entre zero e dez.

Incumbe ao Senado fazer o prosseguimento do impeachment aprovando-o por 2/3 dos seus membros, 54, se for o caso.








quinta-feira, 5 de novembro de 2015

A desfaçatez esquerdista só enxerga os crimes que lhe convém


Hoje o principal argumento de defensores de Dilma contra um impeachment gira em torno de:

1"não há provas de crime contra a presidentx". 

Dilma cometeu o crime de responsabilidade fiscal ao ter feito uso de "Pedaladas fiscais" em 2014. E fez ainda mais que todos os outros.

Repito, é comprovado que a presidente cometeu um crime conhecido por Crime de Responsabilidade Fiscal, e seguem denuncias de que ela continua fazendo em 2015.

Demolido esse argumento vem o segundo argumento, e que comprova toda a desfaçatez dessa gente:

2 - "Pedalada por pedalada todo mundo pedalou e ninguem foi execrado por isso." 

Todo mundo fez e saiu impune. Prova cabal de que nossa república é uma piada e deveria desmoronar sob as cabeças de nossos governantes.

Mas é preciso lembrar que o mesmo PT, e demais linhas auxiliares, que pediram o impeachment dos demais governantes agora quer a mesma proteção que eles tiveram. Pra que seguir responsabilidade fiscal, não é? 2,3 trilhões são só um troco. Quem sabe o próximo eleito também não pedala, já sabe que ficará impune.

Tudo isso só reforça a ideia de que o PT, que passou 30 anos se dizendo o mais ético e o mais honesto, é são sujo quanto os outros. Pois rouba, mente e engana como os demais só que em quantidades ainda maiores.

Pior mesmo são seus defensores, descarados que só enxergam os crimes que lhes convém.

"Se a prudência da reserva e decoro indica o silenciar em algumas circunstâncias, em outras, uma prudência de uma ordem maior pode justificar a atitude de dizer o que pensamos." - (Edmund Burke)