Millor Fernandes:
Jornalismo, por princípio, é oposição – oposição a tudo, inclusive à oposição. Ninguém deve ficar acima de qualquer suspeita; para o jornalista, não existem santos.
Mostrando postagens com marcador Anthony Garotinho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Anthony Garotinho. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
Post do Editor: Não achei graça, mas não sinto pena
Não achei graça nos videos patéticos do Garotinho fazendo todo aquele escândalo para evitar uma inevitável prisão. Por outro lado considero toda a chacota válida.
Confesso, me senti vingado por assistir a todo aquele vexame. Talvez os risos da população sejam movidos por esse sentimento. É a primeira vez que vemos os 'Cesáres' sendo jogados aos leões no Coliseu nesse pais. Então a sede de sangue da população se justifica.
Tenho uma lista extensa de políticos que gostaria de ver na mesma situação que Garotinho numa ambulância do SAMU desesperado por estar sendo levado a Bangu I.
Falo isso sem peso algum na consciência, nunca fui do tipo metido a bonzinho que prega o "praticar o bem sem ver a quem", muito menos sou como aqueles que falam "mais amor, por favor" enquanto deseja fuzilar opositores. Sou claro e cristalino.
Graça eu não acho, mas o prazer em ver um cretino desses finalmente recebendo aquilo que merece eu sinto e não escondo.
Cria de Brizola, Garotinho foi sem nenhuma dúvida um dos piores governadores do estado perdendo apenas para seu novo companheiro de xadrez, Sérgio Cabral preso no dia seguinte à sua prisão. Se ele está sofrendo tanto assim, está apenas colhendo o que plantou.
Garanto. Há de chegar o dia em que uma parte dos que hoje riem da prisão de Garotinho irão dar chiliques quando chegar a vez de Lula e falar em espetacularização da PF.
M.V "Shogun" Mesquita, editor do Shogunidades
terça-feira, 24 de junho de 2014
Um verdadeiro bacanal politico no Rio
"Casas de swing, prostituição de massagem são mais éticas e morais que a política fluminense." (comentário de Marcelo Delfino)
Garotinho traiu Brizolla, foi para o PSB (♫quarenta, quarenta...♫) e depois para o PMDB.
Eduardo Paes foi secretário de Cesar Maia (DEM ex-PFL). Eles brigaram e Paes se aliou a Sérgio Cabral que foi aliado de Garotinho quando este foi presidente regional do PMDB. Romperam e após a saída de Garotinho Sérgio Cabral, junto de Paes, viraram aliados do PT.
E assim viveram pelos últimos 8 anos.Tudo junto e misturado
Em 2012 os filhos de Cesar Maia e Garotinho, que eram rivais em 1999, se uniram para concorrer com Eduardo Paes (aquele que era secretário de Cesar Maia).
Chega 2014 o PMDB de Sergio Cabral racha com o PT. Pois o PT de "lindinho" (aquele que pintou a cara pra derrubar Collor, mas hoje são "parça") quer o governo do estado. Acabou o amor...
Romário que tinha surgido como uma novidade, metendo malho em tudo e em todos, se filia ao PSB para concorrer ao senado e seu partido se alia ao PT de Lindenbergh para formar chapa para concorrer ao Governo do estado/Senado. Mesmo que o partido de Romário seja concorrente ao governo federal contra o PT, que é aliado do PMDB. Cujo o partido de Cezar Maia é parceiro do maior rival do PT na presidência o PSDB.
Marcelo Crivella aliado do PT e ministro de seu governo, quer concorrer ao governo do Rio e vai rachar com os petistas podendo até ter Garotinho como seu aliado formando chapa para Governo do Estado e Senado.
Agora Cesar Maia se torna aliado de Sérgio Cabral e Eduardo Paes na campanha de Pezão (E afinal de contas quem é Pezão?) concorrendo ao governo do estado do Rio contra o PT de Lindenbergh e Romário... queles caras que se odiavam viviam trocando farpas se uniram num "bonde 'boladão', 'nervosão' estilo Afeganistão".
E por último e não menos patético:
Porra Pezão!!
É nesses momentos que você percebe que a politica do Rio é um grande bacanal onde o único buraco que é socado é o seu.
Labels:
Anthony Garotinho,
Cesar Maia,
DEM,
Eduardo Paes,
Eleições,
Eleições 2014,
Governo RJ,
Lidenbergh,
Marcelo Crivella,
PFL,
PMDB,
Politica,
PSB,
PSD,
PSDB,
PT,
Romário,
Sergio Cabral,
Sérgio Cabral
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Dando nome aos bois: Mensalão e "Mensalão tucano", na verdade Propinoduto tucano.
Dando nome aos bois - Tenho visto na minha TL muitas postagens falando de um uso de dois pesos duas medidas em relação ao "mensalão", termo criado por Roberto Jefferson e ao "mensalão tucano" termo usado pela imprensa para nomear o escândalo de corrupção tucana.
É sempre bom alertar que o termo "mensalão tucano" não se aplica ao tipo de corrupção praticada na eleição de Eduardo Azeredo ao governo de minas em 98. Pois trata-se de lavagem de dinheiro e desvio de doações de campanha. Se querem dar um nome podem usar o termo PROPINODUTO.
O fato de os dois casos de corrupção terem a participação de Marcos Valério validam o termo "valerioduto".
Por falar nisso, o primeiro caso a ser nominado como Propinoduto refere-se ao governo de Anthony Garotinho no estado do Rio entre 1999 a abril de 2002.
Já o termo MENSALÃO refere-se a um tipo de corrupção especifica que é o pagamento mensal de propina, feita com dinheiro público ou privado, a parlamentares para que votem a favor da aprovação de projetos de leis do interesse de um governo. Ou seja: COMPRA DE VOTO DE PARLAMENTARES.
É sempre bom alertar que o termo "mensalão tucano" não se aplica ao tipo de corrupção praticada na eleição de Eduardo Azeredo ao governo de minas em 98. Pois trata-se de lavagem de dinheiro e desvio de doações de campanha. Se querem dar um nome podem usar o termo PROPINODUTO.
O fato de os dois casos de corrupção terem a participação de Marcos Valério validam o termo "valerioduto".
Por falar nisso, o primeiro caso a ser nominado como Propinoduto refere-se ao governo de Anthony Garotinho no estado do Rio entre 1999 a abril de 2002.
Já o termo MENSALÃO refere-se a um tipo de corrupção especifica que é o pagamento mensal de propina, feita com dinheiro público ou privado, a parlamentares para que votem a favor da aprovação de projetos de leis do interesse de um governo. Ou seja: COMPRA DE VOTO DE PARLAMENTARES.
Assinar:
Postagens (Atom)
"Se a prudência da reserva e decoro indica o silenciar em algumas circunstâncias, em outras, uma prudência de uma ordem maior pode justificar a atitude de dizer o que pensamos." - (Edmund Burke)


.jpg)


