Millor Fernandes:


Jornalismo, por princípio, é oposição – oposição a tudo, inclusive à oposição. Ninguém deve ficar acima de qualquer suspeita; para o jornalista, não existem santos.

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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

13º Salário - Vocês acham que dinheiro de benefícios trabalhistas vem de mágica?

A mais nova chacota da galera do toddynho.


Já passamos dessa fase. Queremos mesmo é que todos, incluindo vocês, tenham dinheiro de sobra para comprar Nike e Adidas. O mercado agradecerá imensamente. O que queremos mesmo é coerência nos argumentos.

Já por outro lado. Não tenho conhecimento de como posso abrir mão de receber o 13º. Até porque ele já é descontado todo mês do meu contra-cheque. E é apenas devolvido em dezembro para que que possa gastar com Nike e Adidas.

Ou vocês acham que o dinheiro deste tipo de beneficio vem de algum tipo de mágica?

Pra ficar mais claro:

12 meses + 13º de um salário fictício de 1mil = 13 mil se o sujeito recebe-se por semana: 1000/4 = 250; um ano tem 52 semanas, então 52x250 = 13000.

Pra que "emperrar" um salário que o cara produziu pra ganhar como "bonificação" no final do ano?
Resposta: Pro governo pagar de legal para vocês manés no final do ano.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

ABEPREV RJ lesa centenas de idosos e beneficiários do INSS.

Minha mãe recebeu uma carta da ABEPREV (Associação dos Beneficiários da Previdência Social do Rio de Janeiro) pedindo que comparecesse em seu escritório na rua Gonçalves Dias para um levantamento gratuito sobre um valor a receber.

Após tal levantamento confirmar que o INSS LHE DEVE um valor e não informaram, eles ofereceram serviço jurídico mediante a PAGAMENTO ANTECIPADO de 5 parcelas de 600,00 R$, no cartão, mais 30% do valor a ser ganho na justiça. Estranhei tal procedimento, eis que resolvi me informar melhor sobre tal Associação e entre várias denuncias descobri essa noticia.

Fonte: Cão que Fuma.

Nelson Ribeiro
Caros companheiros aposentados do Rio de Janeiro:

Há algum tempo atrás, recebi um documento da ABEPREV- Associação dos Beneficiários da Previdência Social do Rio de Janeiro, me convidando para comparecer à sua sede na Rua dos Beneditinos, 10, 12º andar, pois a citada associação estava cadastrando aposentados do INSS, para regularização e atualização das aposentadorias. Lá compareci no dia 19-09-2012 sendo muito bem recebido pela atendente e chegando à conclusão de que se tratava de uma organização idônea, já com mais de 10 anos de fundação. Diante do exposto, aderi ao convite e preenchi toda a documentação que me foi apresentada. Deveria eu, antecipar um ano as mensalidades de 58 reais/mês para a ABEPREV, mais cinco perícias judicias de 200 reais, isto num total de 2.680 reais. Esta proposta, aceita por mim, foi dividida em três prestações de 898 reais… a serem debitadas no meu cartão MasterCard nos dias 23 dos meses de outubro, novembro e dezembro. Inclusive, tomei a liberdade de convidar outros aposentados que estivessem interessados para lá também aderirem. A carteira de associado seria enviada para a minha residência nos "próximos dias" pelo correio, e eu, ingenuamente, saí satisfeito pois me mostraram que eu teria um aumento de cerca de 28% nos meus proventos mensais do INSS e receberia um total de 37 mil reais de atrasados, dentro de, no máximo,três meses. Passaram dois meses e nada de me enviarem a tal "carterinha de associado". Tentei por diversas vezes contato por telefone com a ABEPREV, sem sucesso, pois chamava e não atendia.


Entrei então no site http://www.abeprev.org.br que estava e ainda está no ar, porém, com um AVISO de que a sede ABREPEV do Rio de Janeiro estava temporariamente fechada, ou melhor, interditada e que os associados aguardassem instruções que em breve tudo se solucionaria. Muito preocupado, me dirigi ao local e lá verifiquei que havia acontecido uma busca policial e que as salas estavam fechadas e lacradas pela Justiça (MP) e todos que estivessem envolvidos e quisessem tomar ciência do acontecido, e tentar corrigir o erro, deveriam comparecer à Delegacia do Idoso do Rio de Janeiro, na saída do Metrô Siqueira Campos, em Copacabana, para melhores detalhes.

Lá eu compareci no dia 05-12-2012 e conforme relato da policial que me atendeu, eu e todos que aceitaram a "tal" proposta da ABEPREV, foram lesados em sua boa-fé e deveriam tomar uma série de providências cabíveis, pois existe um registro de ocorrência na Delegacia sobre a apreensão, e a sede se encontra mesmo interditada por determinação judicial. Diante disto, tomei todas as providências junto ao MasterCard sobre a devolução das minhas duas prestações debitadas e não pagamento da parcela a vencer dia 23-12. Como atualmente estou passando uma temporada em Florianópolis, estarei à disposição de todos para melhores detalhes pelos telefones (48) 3204-6042 (casa de minha filha) ou pelos meus celulares TIM (21) 8134-7274 ou VIVO (21) 7282-0404.
Abraços,
Nelson Pereira Ribeiro, 14-12-2012

Mais sobre ABEPREV: http://www.jusbrasil.com.br/diarios/44429965/dou-secao-1-19-12-2012-pg-135
https://groups.google.com/forum/#!msg/apoaerus/xNh05S2g95o/Wj85aKRTOhgJ




Comentário: Fica o alerta a todos. Eu sem dúvidas irei desaconselhar minha mãe de fechar qualquer contrato com eles.
Li o contrato e verifiquei que eles cobram também uma mensalidade (???)

Atualizado: Estive lá com minha mãe e encerramos o contrato que ela tinha assinado. Alegamos que tínhamos verificado com o INSS que não há nada para receber. Por sorte não criaram nenhum empecilho.

Nota Informativa: Em 2011 o Ministério da Previdência informou que os beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que tiveram o benefício concedido entre 5 de abril de 1991 e 31 de dezembro de 2003 já podem saber se têm direito à revisão do teto previdenciário.

A consulta está disponível na página do Ministério da Previdência Social e na Central 135. Neste momento, porém, a página da consulta está instável. É necessário informar o número de benefício, o CPF, a data de nascimento e o nome completo.

Ao todo, 117.135 aposentados e pensionistas terão direito ao aumento, que será pago em setembro.

A revisão garante um aumento médio de R$ 240 para os segurados que tiveram o benefício limitado ao teto previdenciário na data da concessão, mas que não tiveram os valores corrigidos quando, em dezembro de 1998 e em janeiro de 2004, duas emendas constitucionais elevaram esse limite.

O segurado, porém, não irá saber de antemão de quanto será seu aumento, apenas se terá direito à revisão –que será paga automaticamente, sem a necessidade de protocolar pedido na agência.

Até novembro de 1998, o teto era de R$ 1.081,50. Depois, em dezembro, por uma emenda constitucional, o teto foi elevado para R$ 1.200. Quem já recebia o valor anterior não passou a receber o novo teto. O mesmo ocorreu em janeiro de 2004, quando outra emenda fixou o teto em R$ 2.400.

Vale lembrar que apenas quem contribuía com valores próximos ao teto terão a revisão.

O impacto mensal nas contas previdenciárias soma R$ 28 milhões.

Fonte: http://ajufe.jusbrasil.com.br/noticias/2386038/inss-tabela-ajuda-aposentado-a-saber-se-vai-receber-atrasados

PS: Acabo de receber a denúncia de que esses canalhas mudaram de novo de endereço. dias. O novo endereço é Rua Beneditinos, 10 - 12º andar, Rio de Janeiro. Tel. 3172-4619 e 2223-1048.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Assédio Moral: Como identificar

O assédio moral consiste na exposição dos trabalhadores a situações humilhantes e constrangedoras, geralmente repetitivas e prolongadas, durante o horário de trabalho e no exercício de suas funções, situações essas que ofendem a sua dignidade ou integridade física; cabe destacar que, em alguns casos, um único ato, pela sua gravidade, pode também caracterizá-lo.

Pode-se dizer que o assédio moral é toda e qualquer conduta – que pode se dar através de palavras ou mesmo de gestos ou atitudes – que traz dano à personalidade, dignidade ou integridade física ou psíquica do trabalhador, põe em risco seu emprego ou degrada o ambiente de trabalho.

O objetivo do assediador, de regra, é motivar o trabalhador a pedir demissão ou remoção para outro local de trabalho, mas o assédio pode se configurar também com o objetivo de mudar a forma de proceder do trabalhador em relação a algum assunto (por exemplo, para que deixe de apoiar o sindicato ou determinado movimento reivindicatório em curso), ou simplesmente visando a humilhá-lo perante a chefia e demais colegas, como uma espécie de punição pelas opiniões ou atitudes manifestadas.

COMO ELE SE MANIFESTA?

São diversas as formas de manifestação do assédio moral, sendo as mais correntes:

Recusa na comunicação direta entre o assediador e o assediado, quando aquele aceita se comunicar com este apenas por e-mail ou bilhetes;

Segregação física do trabalhador no ambiente de trabalho, ou seja, casos em que o mesmo é colocado em local isolado, com dificuldade de se comunicar com os demais colegas;

Impedimento do trabalhador se expressar, sem explicar os motivos;

Despromoção injustificada (ou, no serviço público, a retirada de funções gratificadas ou cargos em comissão), com o trabalhador perdendo vantagens ou postos que já tinha conquistado;

Imposição de condições e regras de trabalho personalizadas ao trabalhador, caso em que são exigidas, de determinada pessoa, tarefas diferentes das que são cobradas das demais, mais trabalhosas ou mesmo inúteis;

Delegação de tarefas impossíveis de serem cumpridas ou que normalmente são desprezadas pelos outros;

Determinação de prazo desnecessariamente exíguo para finalização de um trabalho;

Não-repasse de trabalho, deixando o trabalhador ocioso, sem quaisquer tarefas a cumprir, o que provoca uma sensação de inutilidade e incompetência e o coloca em uma situação humilhante frente aos demais colegas de trabalho;

Fragilização, ridicularização, inferiorização, humilhação pública do trabalhador, podendo os comentários invadirem, inclusive, o espaço profissional;
Manipulação de informações de forma a não serem repassadas com a antecedência necessária ao trabalhador;

Troca de horários ou turnos do trabalhador sem avisá-lo;

Estabelecimento de vigilância especificamente sobre o trabalhador considerado;

Contagem do tempo ou a limitação do número de vezes e do tempo em que o trabalhador permanece no banheiro;

Comentários de mau gosto quando o trabalhador falta ao serviço para ir ao médico;

Proibição de tomar cafezinho ou redução do horário das refeições;

Advertência em razão de atestados médicos ou de reclamação de direitos;

Divulgação de boatos sobre a moral do trabalhador (com os homens, em grande parte das vezes o assédio se manifesta através de piadas ou comentários sobre sua virilidade);

Imposição de sobrecarga de trabalho ou impedimento da continuação do trabalho, deixando de prestar informações necessárias;

Colocação de um trabalhador controlando o outro, fora do contexto da estrutura hierárquica da empresa,  espalhando assim a desconfiança e buscando evitar a solidariedade entre colegas.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Motivos que podem levar a uma demissão por justa causa.

Ser demitido é o pior dos pesadelos da maioria dos trabalhadores. Se a demissão for por justa causa, aí sim a coisa fica pior ainda.

Esse tipo de dispensa tira do funcionário muitos direitos e ressarcimentos que poderia ter caso decidisse sair da empresa por conta própria ou fosse dispensado sem maiores razões. Entender os motivos, previstos por lei, que levam a esse tipo de demissão, pode ser uma boa saída para se garantir no emprego e evitar conflitos dentro da empresa.

O artigo 482 da Consolidação das Leis do Trabalho prevê mais 11 motivos de dispensa por justa causa que podem tirar o sono de muitos empregados. Entenda quais são eles:

RESCISÃO DE CONTRATO DE TRABALHO POR JUSTA CAUSA DO EMPREGADO

por: Júlio César Zanluca

Justa causa é todo ato faltoso do empregado que faz desaparecer a confiança e a boa-fé existentes entre as partes, tornando indesejável o prosseguimento da relação empregatícia.

Os atos faltosos do empregado que justificam a rescisão do contrato pelo empregador tanto podem referir-se às obrigações contratuais como também à conduta pessoal do empregado que possa refletir na relação contratual.
Observe-se que imputar uma justa causa ao empregado sem esta existir poderá ensejar, em alguns casos, uma indenização por danos morais.

ATOS QUE CONSTITUEM JUSTA CAUSA

Com base no artigo 482 da CLT, são os seguintes atos que constituem justa causa para a resolução do contrato de trabalho pelo empregador:

1) Ato de Improbidade

Improbidade, regra geral, é toda ação ou omissão desonesta do empregado, que revelam desonestidade, abuso de confiança, fraude ou má-fé, visando a uma vantagem para si ou para outrem. Ex.: furto, adulteração de documentos pessoais ou pertencentes ao empregador, etc.

2) Incontinência de Conduta ou Mau Procedimento

São duas justas causas semelhantes, mas não são sinônimas. Mau procedimento é gênero do qual incontinência é espécie.

A incontinência revela-se pelos excessos ou imoderações, entendendo-se a inconveniência de hábitos e costumes, pela imoderação de linguagem ou de gestos. Ocorre quando o empregado comete ofensa ao pudor, pornografia ou obscenidade, desrespeito aos colegas de trabalho e à empresa.

Mau procedimento caracteriza-se com o comportamento incorreto, irregular do empregado, através da prática de atos que firam a discrição pessoal, o respeito, que ofendam a dignidade, tornando impossível ou sobremaneira onerosa a manutenção do vínculo empregatício, e que não se enquadre na definição das demais justas causas.

3) Negociação Habitual

Ocorre justa causa se o empregado, sem autorização expressa do empregador, por escrito ou verbalmente, exerce, de forma habitual, atividade concorrente, explorando o mesmo ramo de negócio, ou exerce outra atividade que, embora não concorrente, prejudique o exercício de sua função na empresa.

4) Condenação Criminal

O despedimento do empregado justificadamente é viável pela impossibilidade material de subsistência do vínculo empregatício, uma vez que, cumprindo pena criminal, o empregado não poderá exercer atividade na empresa.

A condenação criminal deve ter passado em julgado, ou seja, não pode ser recorrível.

5) Desídia

A desídia é o tipo de falta grave que, na maioria das vezes, consiste na repetição de pequenas faltas leves, que se vão acumulando até culminar na dispensa do empregado. Isto não quer dizer que uma só falta não possa configurar desídia.

Os elementos caracterizadores são o descumprimento pelo empregado da obrigação de maneira diligente e sob horário o serviço que lhe está afeito. São elementos materiais, ainda, a pouca produção, os atrasos frequentes, as faltas injustificadas ao serviço, a produção imperfeita e outros fatos que prejudicam a empresa e demonstram o desinteresse do empregado pelas suas funções.

6) Embriaguez Habitual ou em Serviço

A embriaguez deve ser habitual. Só haverá embriaguez habitual quando o trabalhador substituir a normalidade pela anormalidade, tornando-se um alcoólatra, patológico ou não.

Para a configuração da justa causa, é irrelevante o grau de embriaguez e tampouco a sua causa, sendo bastante que o indivíduo se apresente embriagado no serviço ou se embebede no decorrer dele.

O álcool é a causa mais frequente da embriaguez. Nada obsta, porém, que esta seja provocada por substâncias de efeitos análogos (psicotrópicos).

De qualquer forma, a embriaguez deve ser comprovada através de exame médico pericial.

Entretanto, a jurisprudência trabalhista vem considerando a embriaguez contínua como uma doença, e não como um fato para a justa causa. É preferível que o empregador enseje esforços no sentido de encaminhar o empregado nesta situação a acompanhamento clínico e psicológico.

7) Violação de Segredo da Empresa

A revelação só caracterizará violação se for feita a terceiro interessado, capaz de causar prejuízo à empresa, ou a possibilidade de causá-lo de maneira apreciável.

8) Ato de Indisciplina ou de Insubordinação

Tanto na indisciplina como na insubordinação existe atentado a deveres jurídicos assumidos pelo empregado pelo simples fato de sua condição de empregado subordinado.

A desobediência a uma ordem específica, verbal ou escrita, constitui ato típico de insubordinação; a desobediência a uma norma genérica constitui ato típico de indisciplina.

9) Abandono de Emprego

A falta injustificada ao serviço por mais de trinta dias faz presumir o abandono de emprego, conforme entendimento jurisprudencial.

Existem, no entanto, circunstâncias que fazem caracterizar o abandono antes dos trinta dias. É o caso do empregado que demonstra intenção de não mais voltar ao serviço. Por exemplo, o empregado é surpreendido trabalhando em outra empresa durante o período em que deveria estar prestando serviços na primeira empresa.

10) Ofensas Físicas

As ofensas físicas constituem falta grave quando têm relação com o vínculo empregatício, praticadas em serviço ou contra superiores hierárquicos, mesmo fora da empresa.

As agressões contra terceiros, estranhos à relação empregatícia, por razões alheias à vida empresarial, constituirá justa causa quando se relacionarem ao fato de ocorrerem em serviço.

A legítima defesa exclui a justa causa. Considera-se legítima defesa, quem, usando moderadamente os meios necessários, repele injusta agressão, atual ou iminente, a direito seu ou de outrem.

11) Lesões à Honra e à Boa Fama

São considerados lesivos à honra e à boa fama gestos ou palavras que importem em expor outrem ao desprezo de terceiros ou por qualquer meio magoá-lo em sua dignidade pessoal.

Na aplicação da justa causa devem ser observados os hábitos de linguagem no local de trabalho, origem territorial do empregado, ambiente onde a expressão é usada, a forma e o modo em que as palavras foram pronunciadas, grau de educação do empregado e outros elementos que se fizerem necessários.

12) Jogos de Azar

Jogo de azar é aquele em que o ganho e a perda dependem exclusiva ou principalmente de sorte.

Para que o jogo de azar constitua justa causa, é imprescindível que o jogador tenha intuito de lucro, de ganhar um bem economicamente apreciável.

13) Atos Atentatórios à Segurança Nacional

A prática de atos atentatórios contra a segurança nacional, desde que apurados pelas autoridades administrativas, é motivo justificado para a rescisão contratual.


ADVERTÊNCIA

A advertência dever ser feita por escrito por tratar-se de documento indispensável para futura dispensa por justa causa, em caso de reincidência. A advertência é a primeira das sanções a ser utilizada, pois possibilita ao empregado conscientizar-se e evitar a reincidência.

A legislação trabalhista obriga ao empregador, antes de adotar outra medida punitiva, advertir o empregado no mínimo por três vezes, salvo em casos de alta gravidade, que permitam a aplicação direta de JUSTA CAUSA, dentre elas a embriagues flagrada em serviço e o ato de improbidade (crimes e similares) ou grave insubordinação ou indisciplina. A advertência deve ser aplicada no ato da falta, ou seja, no mesmo dia. A inobservância de tal prazo vale como perdão tácito, não podendo ser procedida a advertência posteriormente. Exceções a esta regra são as faltas injustificadas, sendo o empregado advertido no primeiro dia de retorno ao trabalho por desídia. Negando-se o empregado a assinar a advertência, duas testemunhas deverão ser chamadas a presenciar a negativa, quando o empregador deverá ler em voz alta e em bom tom todo o conteúdo. Mantendo-se a recusa, deverá ser feita uma ressalva manuscrita no próprio documento, como se segue: "tendo o empregado tomado ciência da presente e se recusado a assinar a mesma, seu conteúdo foi lido na presença de duas testemunhas que abaixo assinam".


sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

A Tragédia na Região Serrana: Ajude!

No momento são 497 mortos...


As fortes chuvas que atingiram os municípios da Região Serrana do Rio de Janeiro mobilizam equipes de resgate e voluntários no auxílio aos desabrigados e desalojados. Entre os principais materiais que podem ser doados, estão objetos de higiene pessoal, colchonetes, cobertores, fraldas descartáveis, toalhas, alimentos não perecíveis e água.

Como ajudar e onde entregar suas doações:

- O Programa de Voluntariado do Viva Rio também iniciou uma campanha de arrecadação de donativos (roupas e mantimentos) para a região serrana. As doações podem ser feitas na sede da instituição, na rua do Russel, 76, na Glória, Zona Sul. Para maiores informações, o Viva Rio disponibiliza os telefones (21) 2555-3750 e (21) 2555-3785.
- O SESC Rio, Fecomércio, na Rua Marquês de Abrantes 99, Flamengo e SENAC também estão recebendo doações para os desabrigados com as enchentes na Região Serrana do Rio.

Os donativos podem ser entregues nas seguintes unidades do Sesc Rio: São Gonçalo, Niterói, Copacabana, Tijuca, Ramos, Madureira, São João de Meriti, Nova Iguaçu, Teresópolis e Quitandinha.
- O Senac Rio, as unidades de Copacabana, Marapendi (Barra), Niterói, Fatec (Santa Luzia), Botafogo, Petrópolis, Teresópolis, Duque de Caxias e Politécnico (Riachuelo) estão recebendo as doações.

- A Cruz Vermelha no Brasil informa que recebe as doações nas unidades do Rio de Janeiro (Praça Cruz Vermelha, 1012, centro) e de Nova Iguaçu (na rua Coronel Bernardino de Melo, 2085, e na rua Alberto Cocoza, 86, no centro).

Alguns shoppings também deram início a uma campanha em benefício dos desabrigados pelas enchentes. Caixas estão dispostas nos shoppings Carioca, Passeio e Santa Cruz, na Zona Norte da cidade; Caxias e Grande Rio, na Baixada Fluminense; Bangu e Via Parque, na Zona Oeste; e Shopping Leblon, na Zona Sul para que os interessados possam depositar donativos.


- O Instituto Estadual de Hematologia do Rio de Janeiro (HemoRio) solicita que a população doe sangue para atender as vítimas das chuvas. A doação pode ser feita na sede do instituto, na rua Frei Caneca, 8, na região central da cidade do Rio de Janeiro.

No momento as cidades atingidas tem problemas no fornecimento de energia elétrica, de água e telefonia.


Friburgo encontra-se sem luz, água, transporte e telefone. Porém há pouco mais de 1500 orelhoẽs funcionando.

Uma lista com mais de 1.800 telefones públicos que estariam funcionando no município de Nova Friburgo, foi divulgada por um internautas no Twitter:

O Jornal O Dia também divulgou esta lista de telefones em funcionamento.

Parabenizo a atuação do pessoal do @LeiSecaRJ na cobertura e na divulgação de informações e do @petkovic10 que abriu uma conta para receber doações:

Bradesco 237 Ag. 213-5 C/p. 1008425-3 Dejan Petkovic

Neste momento vou evitar fazer criticas, isso nada vai ajudar, o que tinha que ser feito deveria ter sido feito antes. Tenho amigos e parentes na cidade de Nova Friburgo. Passei a última quarta feira aflito até ter noticias de que todos estão bem. Lamentos pelas familias que perderam tudo e pior, perderam entes. A cena de uma senhora resgatada por vizinhos, tentando salvar seu cãozinho em vão (pois o animal assustado a mordeu e ao larga-lo, foi levado pela enxurrada) me devastou. Lamento pelos pobres animais mortos, são vitimas de nosso comportamento ilógico no planejamento de ocupações de terras e encostas.

Meu sonho de um dia morar na região serrana parece ter sido adiado em bem mais do que os 5 anos que planejei...

Espero que consigam reerguer estas belas cidades, e que todas as providências politicas sejam tomadas para que estas tragédias nunca mais ocorram.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Veja quem apoiou o aumento para os parlamentares


Ao todo, 279 deputados federais apoiaram o requerimento de urgência para a votação do projeto de decreto legislativo que aumentou os vencimentos de deputados federais, senadores, presidente e vice-presidente da República e ministros de Estado para R$ 26,7 mil. Apenas 35 se posicionaram contra a urgência para votar o projeto, que elevou em 62% a remuneração dos parlamentares. Outros três se abstiveram de votar. O novo salário entra em vigor a partir de 1º de fevereiro de 2011.

A aprovação do regime de urgência - deixando para depois votações importantes que já estavam se arrastando - abriu caminho para que o texto fosse aprovado a toque de caixa logo em seguida.

Veja a lista dos deputados que beneficiaram a sí proprios, de acordo com as informações da própria Câmara:

Acre (AC)
Flaviano Melo PMDB Sim
Henrique Afonso PV Não
Sergio Petecão PMN Sim
Total Acre: 3

Alagoas (AL)
Antonio Carlos Chamariz PTB Sim
Benedito de Lira PP Sim
Francisco Tenorio PMN Sim
Givaldo Carimbão PSB Sim
Joaquim Beltrão PMDB Sim
Maurício Quintella Lessa PR Sim
Total Alagoas: 6

Amapá (AP)
Evandro Milhomen PCdoB Sim
Janete Capiberibe PSB Sim
Jurandil Juarez PMDB Sim
Sebastião Bala Rocha PDT Sim
Total Amapá: 4

Amazonas (AM)
Átila Lins PMDB Sim
Rebecca Garcia PP Sim
Silas Câmara PSC Sim
Total Amazonas: 3

Bahia (BA)
Alice Portugal PCdoB Sim
Antonio Carlos Magalhães Neto DEM Sim
Claudio Cajado DEM Sim
Colbert Martins PMDB Sim
Daniel Almeida PCdoB Sim
Edson Duarte PV Sim
Fábio Souto DEM Sim
Félix Mendonça DEM Sim
Geraldo Simões PT Sim
João Carlos Bacelar PR Sim
João Leão PP Sim
Jorge Khoury DEM Sim
José Carlos Aleluia DEM Sim
José Carlos Araújo PDT Sim
José Rocha PR Sim
Luiz Alberto PT Sim
Luiz Bassuma PV Não
Márcio Marinho PRB Sim
Marcos Medrado PDT Sim
Mário Negromonte PP Sim
Maurício Trindade PR Sim
Nelson Pellegrino PT Sim
Paulo Magalhães DEM Sim
Roberto Britto PP Sim
Sérgio Barradas Carneiro PT Sim
Sérgio Brito PSC Sim
Severiano Alves PMDB Sim
Uldurico Pinto PHS Sim
Veloso PMDB PmdbPtc Sim
Walter Pinheiro PT Sim
Zezéu Ribeiro PT Sim
Total Bahia: 31

Ceará (CE)
Aníbal Gomes PMDB Sim
Ariosto Holanda PSB Sim
Eugênio Rabelo PP Sim
Flávio Bezerra PRB Sim
José Guimarães PT Sim
Paulo Henrique Lustosa PMDB Sim
Zé Gerardo PMDB Sim
Total Ceará: 7

Distrito Federal (DF)
Alberto Fraga DEM Sim
Augusto Carvalho PPS Não
Jofran Frejat PR Sim
Magela PT Não
Tadeu Filippelli PMDB Sim
Total Distrito Federal: 5

Espírito Santo (ES)
Camilo Cola PMDB Sim
Capitão Assumção PSB Não
Jurandy Loureiro PSC Sim
Lelo Coimbra PMDB Não
Manato PDT Sim
Rita Camata PSDB Sim
Sueli Vidigal PDT Não
Total Espírito Santo: 7

Goiás (GO)
Carlos Alberto Leréia PSDB Sim
Luiz Bittencourt PMDB Sim
Marcelo Melo PMDB Sim
Pedro Wilson PT Sim
Professora Raquel Teixeira PSDB Sim
Roberto Balestra PP Sim
Total Goiás: 6

Maranhão (MA)
Davi Alves Silva Júnior PR Sim
Gastão Vieira PMDB Sim
Julião Amin PDT Sim
Pedro Fernandes PTB Sim
Pedro Novais PMDB Sim
Pinto Itamaraty PSDB Sim
Professor Setimo PMDB Sim
Ribamar Alves PSB Sim
Waldir Maranhão PP Sim
Zé Vieira PR Sim
Total Maranhão: 10

Mato Grosso (MT)
Carlos Abicalil PT Sim
Carlos Bezerra PMDB Sim
Eliene Lima PP Sim
Homero Pereira PR Sim
Thelma de Oliveira PSDB Sim
Valtenir Pereira PSB Sim
Wellington Fagundes PR Sim
Total Mato Grosso: 7

Mato Grosso do Sul (MS)
Antônio Carlos Biffi PT Sim
Antonio Cruz PP Sim
Dagoberto PDT Sim
Geraldo Resende PMDB Sim
Marçal Filho PMDB Sim
Nelson Trad PMDB Sim
Vander Loubet PT Não
Waldemir Moka PMDB Sim
Total Mato Grosso do Sul: 8

Minas Gerais (MG)
Ademir Camilo PDT Sim
Aelton Freitas PR Sim
Alexandre Silveira PPS Sim
Antônio Andrade PMDB Sim
Antônio Roberto PV Sim
Aracely de Paula PR Sim
Bilac Pinto PR Sim
Carlos Willian PTC Sim
Ciro Pedrosa PV Sim
Edmar Moreira PR Sim
Eduardo Barbosa PSDB Sim
Fábio Ramalho PV Sim
Gilmar Machado PT Sim
Humberto Souto PPS Sim
Jairo Ataide DEM Sim
Jô Moraes PCdoB Sim
João Magalhães PMDB Sim
José Santana de Vasconcellos PR Sim
Júlio Delgado PSB Sim
Lael Varella DEM Sim
Leonardo Quintão PMDB Sim
Luiz Fernando Faria PP Sim
Márcio Reinaldo Moreira PP Sim
Marcos Lima PMDB Sim
Marcos Montes DEM Sim
Maria Lúcia Cardoso PMDB Sim
Mário Heringer PDT Sim
Mauro Lopes PMDB Sim
Miguel Martini PHS Sim
Narcio Rodrigues PSDB Sim
Odair Cunha PT Sim
Paulo Abi-Ackel PSDB Sim
Paulo Piau PMDB Sim
Reginaldo Lopes PT Sim
Silas Brasileiro PMDB Sim
Virgílio Guimarães PT Sim
Vitor Penido DEM Sim
Total Minas Gerais: 37

Pará (PA)
Ann Pontes PMDB Sim
Asdrubal Bentes PMDB Sim
Bel Mesquita PMDB Sim
Beto Faro PT Sim
Elcione Barbalho PMDB Sim
Gerson Peres PP Sim
Giovanni Queiroz PDT Sim
Lira Maia DEM Sim
Lúcio Vale PR Sim
Paulo Rocha PT Sim
Wladimir Costa PMDB Sim
Zé Geraldo PT Sim
Zenaldo Coutinho PSDB Sim
Total Pará: 13

Paraíba (PB)
Armando Abílio PTB Sim
Luiz Couto PT Não
Major Fábio DEM Não
Manoel Junior PMDB Sim
Marcondes Gadelha PSC Sim
Rômulo Gouveia PSDB Sim
Vital do Rêgo Filho PMDB Sim
Wellington Roberto PR Sim
Wilson Braga PMDB Sim
Total Paraíba: 9

Paraná (PR)
Alceni Guerra DEM Sim
Alex Canziani PTB Sim
Alfredo Kaefer PSDB Não
Andre Vargas PT Sim
Angelo Vanhoni PT Sim
Assis do Couto PT Não
Cassio Taniguchi DEM Sim
Cezar Silvestri PPS Sim
Dilceu Sperafico PP Sim
Gustavo Fruet PSDB Não
Luiz Carlos Hauly PSDB Sim
Luiz Carlos Setim DEM Sim
Marcelo Almeida PMDB Não
Moacir Micheletto PMDB Sim
Nelson Meurer PP Sim
Odílio Balbinotti PMDB Sim
Osmar Serraglio PMDB Sim
Ratinho Junior PSC Sim
Reinhold Stephanes PMDB Não
Ricardo Barros PP Sim
Rodrigo Rocha Loures PMDB Sim
Takayama PSC Não
Wilson Picler PDT Sim
Total Paraná: 23

Pernambuco (PE)
Ana Arraes PSB Sim
Bruno Rodrigues PSDB Sim
Carlos Eduardo Cadoca PSC Sim
Eduardo da Fonte PP Sim
Fernando Coelho Filho PSB Sim
Fernando Ferro PT Sim
Gonzaga Patriota PSB Sim
Inocêncio Oliveira PR Não votou porque estava presidindo a sessão
José Mendonça Bezerra DEM Sim
Maurício Rands PT Sim
Pedro Eugênio PT Sim
Raul Henry PMDB Sim
Raul Jungmann PPS Não
Wolney Queiroz PDT Sim
Total Pernambuco: 14

Piauí (PI)
Átila Lira PSB Sim
Ciro Nogueira PP Sim
José Maia Filho DEM Sim
Júlio Cesar DEM Sim
Marcelo Castro PMDB Sim
Osmar Júnior PCdoB Sim
Paes Landim PTB Sim
Total Piauí: 7

Rio de Janeiro (RJ)
Alexandre Santos PMDB Sim

Antonio Carlos Biscaia PT Sim

Bernardo Ariston PMDB Sim

Carlos Santana PT Sim

Chico Alencar PSOL Não

Cida Diogo PT Não

Dr. Adilson Soares PR Sim
Dr. Paulo César PR Sim

Edmilson Valentim PCdoB Sim

Edson Ezequiel PMDB Sim

Eduardo Cunha PMDB Sim

Fernando Gabeira PV Não

Filipe Pereira PSC Sim

Geraldo Pudim PR Sim

Hugo Leal PSC Sim

Indio da Costa DEM Sim

Jair Bolsonaro PP Sim

Léo Vivas PRB Sim

Nelson Bornier PMDB Sim

Paulo Rattes PMDB Sim

Rodrigo Maia DEM Sim

Silvio Lopes PSDB Abstenção

Simão Sessim PP Sim

Solange Almeida PMDB Sim

Solange Amaral DEM Sim

Vinicius Carvalho PTdoB Sim

Total Rio de Janeiro: 26


Rio Grande do Norte (RN)
Henrique Eduardo Alves PMDB Sim
Rogério Marinho PSDB Sim
Total Rio Grande do Norte: 2

Rio Grande do Sul (RS)
Cláudio Diaz PSDB Sim
Darcísio Perondi PMDB Sim
Emilia Fernandes PT Abstenção
Fernando Marroni PT Sim
Germano Bonow DEM Sim
José Otávio Germano PP Sim
Luciana Genro PSOL Não
Luis Carlos Heinze PP Sim
Marco Maia PT Sim
Mendes Ribeiro Filho PMDB Sim
Osmar Terra PMDB Sim
Paulo Pimenta PT Não
Paulo Roberto Pereira PTB Sim
Pompeo de Mattos PDT Sim
Renato Molling PP Sim
Sérgio Moraes PTB Sim
Vieira da Cunha PDT Sim
Vilson Covatti PP Sim
Total Rio Grande do Sul: 18

Rondônia (RO)
Agnaldo Muniz PSC Abstenção
Eduardo Valverde PT Não
Ernandes Amorim PTB Não
Mauro Nazif PSB Não
Moreira Mendes PPS Sim
Total Rondônia: 5

Roraima (RR)
Angela Portela PT Sim
Edio Lopes PMDB Sim
Francisco Rodrigues DEM Sim
Luciano Castro PR Sim
Marcio Junqueira DEM Sim
Maria Helena PSB Sim
Total Roraima: 6

Santa Catarina (SC)
Angela Amin PP Sim
Celso Maldaner PMDB Sim
Décio Lima PT Não
João Matos PMDB Sim
Mauro Mariani PMDB Sim
Paulo Bauer PSDB Sim
Valdir Colatto PMDB Sim
Vignatti PT Sim
Zonta PP Sim
Total Santa Catarina: 9

São Paulo (SP)
Abelardo Camarinha PSB Sim
Aldo Rebelo PCdoB Sim
Antonio Bulhões PRB Sim
Antonio Carlos Pannunzio PSDB Sim
Arnaldo Jardim PPS Sim
Beto Mansur PP Sim
Carlos Sampaio PSDB Sim
Carlos Zarattini PT Sim
Celso Russomanno PP Sim
Devanir Ribeiro PT Sim
Dr. Nechar PP Sim
Dr. Talmir PV Não
Dr. Ubiali PSB Sim
Edson Aparecido PSDB Sim
Emanuel Fernandes PSDB Não
Fernando Chiarelli PDT Não
Francisco Rossi PMDB Sim
Guilherme Campos DEM Sim
Ivan Valente PSOL Não
Jilmar Tatto PT Sim
João Dado PDT Sim
Jorginho Maluly DEM Sim
José C Stangarlini PSDB Não
José Genoíno PT Sim
Lobbe Neto PSDB Sim
Luiza Erundina PSB Não
Marcelo Ortiz PV Sim
Milton Monti PR Sim
Milton Vieira DEM Sim
Nelson Marquezelli PTB Sim
Paes de Lira PTC Não
Paulo Pereira da Silva PDT Sim
Paulo Teixeira PT Sim
Regis de Oliveira PSC Não
Renato Amary PSDB Sim
Ricardo Tripoli PSDB Sim
Roberto Alves PTB Sim
Roberto Santiago PV Sim
Vanderlei Macris PSDB Sim
Vicentinho PT Sim
Walter Ihoshi DEM Sim
William Woo PPS Sim
Total São Paulo: 42

Sergipe (SE)
Iran Barbosa PT Não
José Carlos Machado DEM Sim
Pedro Valadares DEM Sim
Valadares Filho PSB Sim
Total Sergipe: 4

Tocantins (TO)
Eduardo Gomes PSDB Sim
João Oliveira DEM Sim
Laurez Moreira PSB Sim
Lázaro Botelho PP Sim
Moises Avelino PMDB Sim
NIlmar Ruiz PR Sim
Total Tocantins: 6

Fonte: Congresso em foco

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Petição contra o aumento nos salários do presidente da República, ministros e parlamentares


A Câmara aprovou na tarde desta quarta-feira (15/12/2010) o projeto de decreto legislativo, de autoria da Mesa Diretora da Casa, que equipara os salários de presidente da República, vice-presidente, ministros de Estado, senadores e deputados aos vencimentos recebidos atualmente pelos ministros do Supremo Tribunal Federal: R$ 26.723,13. A matéria foi aprovada simbolicamente. O texto será imediatamente remetido ao Senado, para tentar votá-lo ainda hoje. Por se tratar de decreto legislativo, o projeto precisa apenas ser aprovado nas duas Casas do Congresso, e não há necessidade da sanção do presidente da República.
Os novos salários entram em vigor a partir de 1º de Fevereiro. O impacto financeiro nos dois poderes - Legislativo e Executivo - ainda estão sendo calculados. Mas só na Câmara estima-se que o aumento nos subsídios dos deputados (na ativa e aposentados) será de cerca de R$ 130 milhões.

Atualmente, deputados e senadores têm subsídios de R$ 16,7 mil. Presidente e vice recebem salário mensal de R$ 11,4 mil e ministros de Estado, R$ 10,7 mil. Os reajustes variam de 62% a 140%.

Há ainda o efeito cascata da medida nas assembleias legislativas nos estados, já que a Constituição estabelece que os deputados estaduais devem ter subsídios equivalentes a 95% dos recebidos por deputados federais. Para aumentar os seus salários, os deputados estaduais também terão que aprovar projetos nas respectivas assembleias.

Esse projeto amplia o abismo entre o Parlamento e a sociedade. É advocacia em causa própria. O percentual de 62% para os parlamentares e mais de 130% para presidente e ministros, diante da realidade brasileira, é evidentemente demasia.

Vamos mostrar a indignação do povo brasileiro quanto ao autoritarismo evidente na manipulação do orçamento e dos recursos provenientes de arrecadação de impostos e cofres públicos.

Assine a Petição, proteste esses caras foram eleitos por você!

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Utilidades: Diversos Modelos de Contratos e documentos

Encontrei este site que disponibiliza diversos modelos dos mais variados tipos de contratos de documentações existentes.

Há desde Atas de Assembleias de Condominio a Contratação de Websites para pessoas fisicas.

O Link é este: http://www.sitecontabil.com.br/modelos_contrato.htm

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Manifesto contra a padronização dos ônibus do Rio


O Manifesto contra a uniformização visual dos ônibus do Rio de Janeiro conta com o apoio incondicional deste blog.

A uniformização visual, além de fazer parte de uma lógica administrativa baseada na concentração de poderes da Secretaria de Transportes, irá prejudicar seriamente os passageiros, que, com muita frequência, poderão embarcar em ônibus errados, perdendo muito tempo, ou mesmo dinheiro, uma vez que o Bilhete Único conta com limite de horário nas viagens em mais de um ônibus.

Consideramos inútil qualquer campanha de esclarecimento, uma vez que o visual padronizado, de qualquer maneira, irá confundir os passageiros, principalmente idosos, gestantes e deficientes físicos, sem falar da maioria da população pobre, sobretudo de cidades vizinhas ao Rio de Janeiro, que se utilizam dos ônibus municipais da capital fluminense.

Além do mais, muitos passageiros não terão tempo nem paciência para memorizar o esquema da padronização visual, o que representará sérios danos aos passageiros, provando que o esquema é impopular e, tendo sido feito à revelia da população, é TOTALMENTE CONTRÁRIO ao interesse público.
O Rio de Janeiro é internacionalmente famoso por sua diversidade visual nos ônibus, acabar com ela é acabar com um dos grandes atrativos turísticos da cidade, além de eliminar tanto o útil quanto o agradável no sistema de transporte coletivo.

Por isso, a uniformização visual dos ônibus irá causar impacto negativo até mesmo nas autoridades estrangeiras e nos turistas, e estes correrão também o risco de embarcar em ônibus errados, o que pode influir negativamente na imagem da Cidade Maravilhosa no exterior.

Assine aqui

Fonte: O Kylocyclo

sábado, 7 de agosto de 2010

Denuncia: Cooperativa de Taxi AMAST (Rio Sul) Frauda taxímetros e rouba cliente

Segue uma denuncia que recebi por email que parece ser séria, pois há matérias em jornais confirmando que a Cooperativa citada costuma atuar de forma ilegal.

Moro na Tijuca, e estou acostumado com o trajeto Rio Sul - Tijuca. Normalmente dá uns 17... 20 reais na bandeira 1 e uns 25 reais na bandeira 2. Era um horário de bandeira dois, e eu saquei 30 reais pra não ficar com o dinheiro contado. Peguei o taxi 014 da cooperativa AMAST e pedi o trajeto: tunel sta barbara, pegando a av presidente vargas e caindo pra av maracanã, que na minha opinião é o melhor trajeto. Quando o cara ENTROU no tunel santa barbara o taximetro estava em 13 reais. Quando ele SAIU do tunel, estava em 18. Eu ja tinha percebido que ele tava roubando, mas não sabia exatamente o que fazer, pq se eu reclamasse eu teria que sair do carro e nesse trajeto não passa por lugares muito seguros pra andar. Quando ele estava entrando na presidente vargas, o taximetro já estava em 25 reais (que era o que normalmente dá pra corrida toda). Pedi pra saltar no primeiro ponto possivel (o da praça da bandeira) e o taximetro marcou 28. Fiquei
com a certeza de ter sido roubado e peguei um ônibus.

Então nessa semana eu peguei outro taxi e comentei o assunto. Assim que eu disse que havia pego o taxi no Rio Sul. Na mesma hora ele disse "AMAST!! Esses caras são ladrões. Você foi roubado!". E ele disse que a primeira coisa que soube quando virou taxista é que a AMAST rouba descaradamente, que eles eram a antiga cooperativa Santa Teresinha, mas mudaram de nome pq ja tava ficando feio pro nome deles.

O Jornal Extra no último dia 5 denunciou irregularidades em pontos de taxi do Rio. E citou esta cooperativa de "privatizar" a entrada do shopping Rio Sul, no bairro de Botafogo, Zona Sul do Rio.

RIO - O Aeroporto Internacional Tom Jobim não é o único local com irregularidades nos pontos de táxis : na lateral da sede da prefeitura, na Cidade Nova, a Cooperativa 2000 privatiza as vagas em área pública nas ruas Pinto de Azevedo e Visconde Duprat. Junto à grade do Centro Administrativo São Sebastião, um "prancheteiro" da 2000 embarca os passageiros.

Junto ao RioSul, em Botafogo, os pontos são exclusividade de uma cooperativa e de uma associação. A Sul Táxis instala cones e um totem para delimitar sua área, nos fundos do shopping. Na frente, é a Associação de Motoristas Autônimos Santa Teresinha (Amast) controla o espaço destinado a veículos especiais e convencionais. O shopping afirma que a sua relação com a Amast se limita ao aluguel de um balcão no primeiro piso.

Mesmo sem confirmação cabe a todos prestar atenção ao pegar um táxi desta cooperativa.

Para denunciar abusos:

Ouvidoria da Secretaria de Transportes:
SAC's e Ouvidorias

Telefones: (21) 2333-8664;
(21) 2333-8665

Coordenadora: Zilma Gonçalves

Equipe: Gabriela Latini
Renato Amorim
Vera Pasqui

"Se a prudência da reserva e decoro indica o silenciar em algumas circunstâncias, em outras, uma prudência de uma ordem maior pode justificar a atitude de dizer o que pensamos." - (Edmund Burke)