Millor Fernandes:


Jornalismo, por princípio, é oposição – oposição a tudo, inclusive à oposição. Ninguém deve ficar acima de qualquer suspeita; para o jornalista, não existem santos.

Mostrando postagens com marcador Feminismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Feminismo. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 8 de março de 2016

A primeira feminista da história foi morta pela esquerda revolucionária.


Marie Gouze foi a primeira mulher que pode ser chamada propriamente de feminista na história. Era uma escritora e intelectual francesa, adepta das ideias iluministas, que adotou o pseudônimo Olympe de Gouges. Você nunca ouviu falar dela né? Também pudera, é uma história inconveniente. A esquerda detêm a narrativa da história, e desa forma ela escolhe o que deve ser lembrado e o que deve ser esquecido. Marie Gouze, para a esquerda, deve ser esquecida. O que é curioso, porque ela seria a figura perfeita, já que ela escreveu antes de John Stuart Mill, antes de Jeremy Benthan, os primeiros filósofos a defender o direito das mulheres - que "infelizmente" eram homens. Era preciso uma mulher para ser posta no início dessa narrativa, mas não Marie, ela não. Por que?

Porque Marie perdeu a cabeça na guilhotina da Revolução, durante o período do Terror jacobino. Isso mesmo que você leu, A PRIMEIRA FEMINISTA DA HISTÓRIA FOI MORTA PELA ESQUERDA REVOLUCIONÁRIA. Marie não era contra a liberdade, pelo contrário, o erro de Marie Gouze era ser contra a ditadura dos iluminados, e denunciar a hipocrisia e o autoritarismo jacobino.

Quando os deputados da Assembleia Nacional escreveram a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, Marie escreveu, de forma iconoclasta, a Declaração dos Direitos da Mulher e Cidadã. Madamme de Gouges escrevia panfletos políticos e peças de teatro, e defendeu em sua obra ideias pioneiras como o direito político das mulheres e dos negros, muito antes que os homens de letras se detivessem sobre estes assuntos. Mas Marie sabia que o povo também podia exercer sua tirania própria no lugar do rei, ela portanto era uma moderada, uma girondina. Quando os jacobinos estabeleceram seu Tribunal Revolucionário e passaram a executar civis a toque de caixa, Marie passou a escrever contra estes homens que diziam-se defensores da liberdade, e isso os enfureceu.

Charlotte Corday
Outra famosa girondina foi Charlotte Corday, a mulher que matou Marat em sua banheira. Este Marat, tido como um santo, era no fundo um louco que tinha o poder de vida e morte sobre todos aqueles que ele declarava "inimigos do povo", tal como Robespierre e Saint-Just. Depois de sua morte, Marat foi cultuado como mártir e santo, e Charlotte guilhotinada. Tanto Marie quanto Charlotte notaram que os virtuosíssimos revolucionários estavam criando um Estado autoritário, guiado por pura histeria. Mas Marie estava do lado errado da história, ela era, para os loucos jacobinos, uma inimiga do povo, uma reacionária, uma anti-revolucionária. Por isso ela não será lembrada como a primeira feminista, a primeira mulher a declarar seus direitos políticos, Mas Marie foi a verdadeira matriarca do feminismo.

Link: https://www.facebook.com/cacotirapani/posts/927673597310023?pnref=story

Cassiano Tirapani é professor.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Opinião: "O "politicamente correto" fará estragos a nossa sociedade e com a mente de seus adeptos"




O "Politicamente Correto", um monstro que começa a devorar seus criadores



Para entender a questão, primeiro vamos ao show de horrores contido no relato abaixo, que poderia perfeitamente ser chamado de "O curioso caso de Luisa/Helena/Heloisa/Luis":

Lua Sophie 4 May at 11:49 · LESBOFOBIA E SILENCIAMENTO DE MULHERES NO EME. Algumas moças já fizeram relatos ao voltarem do EME ontem a noite, eu cheguei tão exausta psicologicamente que não consegui escrever sobre, mas vamos lá.

O EME deveria ser um espaço acolhedor e seguro para as mulheres que lá estavam presentes, eu imaginei que seria um espaço trans-inclusivo, e foi. Havia um homem, que vive como homem, que é lido como homem socialmente, e que usava barba até chegar no evento, e que decidiu, após chegar no evento que era mulher-trans e lésbica. Quando eu cheguei ao evento, eu não vi essa pessoa, algumas mulheres me procuraram dizendo "tem um homem aqui! isso é absurdo" até que eu o vi. Ao chegar lá, ele tirou a barba, e decidiu que o nome dele era Helena, depois parece que ele não gostou do nome e mudou o nome pra Luisa, depois pra Heloisa, e enfim, as amigas dele o chamavam de Luis. Muitas mulheres lésbicas que estavam comigo estavam desconfortáveis com a situação, depois descobrimos que a saia que ele usava era de uma moça do próprio alojamento que havia emprestado, pois fora dali, Luisa/Helena/Heloisa/Luis não usava saia, nem batom, fora dali Luisa/Helena/Heloisa/Luis era um homem branco, classe média, universitário que namorava uma menina, que estava presente no evento, porem até então não sabiamos que esse homem se dizia lésbica, as coisas foram aparecendo conforme o tempo foi passando la dentro.

Muitas mulheres com que eu tive contato lá dentro, expuseram seu desconforto, mas tinham MEDO de falarem qualquer coisa e parecerem preconceituosas, algumas se sentiram culpadas por se sentirem desconfortáveis dentro do banheiro aonde 1.000 mulheres tomavam banho e trocavam de roupa e deveriam se sentir seguras, porque Luisa/Helena/Heloisa/Luis estava lá dentro, tomando banho com elas, trocando de roupa com elas. Mulheres heterossexuais também se sentiram invadidas e expostas, mulheres lésbicas se sentiram coagidas, e ridicularizadas com aquela situação. Durante o evento eu e algumas feministas radicais discutimos o quão problemático era aquilo.

Eu queria ressaltar, que ao chegarmos no evento, eu e minha noiva estávamos arrumando nossas coisas, e uma moça da organização do EME veio até ela, supondo que ela era trans - o que eu achei absurdo, ela não é obrigada a performar feminilidade, ela é lésbica, ela NÃO é trans- e disse que havia um banheiro EXCLUSIVO para trans, e explicou pra ela como ela faria pra usa-lo. Haviam cerca de 10 pessoas trans no evento, inclusive um "homem-trans" que nasceu como mulher, foi socializado como mulher, e corria risco de ser estuprada tanto quanto as outras mulheres do evento, e essas pessoas usaram o banheiro exclusivo para elas, pessoas aparentemente transicionadas, enquanto Luisa/Helena/Luis o homem que estava com uma saia emprestada de uma das companheiras do evento, e que fez a barba somente ao chegar ao evento, insistia em usar o mesmo banheiro e alojamento que as outras mulheres do evento (por que será né?) enfim.

Ouve um sarau na noite de sabado 2/05/2015 aonde esse homem estava presente, e de repente quando vimos ele estava beijando uma mulher lá dentro, não foi um selinho, não foi um simples beijo, ele estava beijando ela loucamente, aquilo foi desesperador para A MAIORIA DAS MULHERES, mulheres que eu nem conhecia se revoltaram, mulheres que estavam no mesmo alojamento, que trocaram de roupa na frente desse homem, se sentiram invadidas, nós lésbicas, e feministas radicais tentamos intervir de forma pacífica, cantando alto, pra que todas soubessem que aquilo não iria passar em branco, e Luisa/Helena/Heloisa/Luis, RIU da nossa cara, quando isso aconteceu, rolou um conflito, e algumas moças vieram conversar conosco, não quiseram nos ouvir, disseram que ele sofria mais que todas nós, que ele era "lesbica" e que a gente devia parar com o preconteito e transfobia, mulheres lésbicas se desesperaram, choraram, gritaram com toda força que aquilo ali era lesbofobia, que dizer que existe falo-lésbico é cultura de estupro, é discurso que propaga a violência, que estavamos nos sentindo com medo, coagidas, não quiseram ouvir, não quiseram ouvir !!! Afinal, um homem que decidiu se identificar como mulher dentro do evento, sofria mais que todas nós.

Durante esse conflito dentro do Sarau, VARIAS, VARIAS, VARIAS mulheres vieram até nós, lésbicas,feministas radicais, feministas partidárias, feministas anarquistas, feministas que seguem correntes divergentes ao feminismo radical prestar apoio, dizer que tambem não concordavam com aquilo,, e quando vimos eramos cerca de 50 mulheres expondo o medo e o desconforto com esse homem. 50 mulheres mostraram sua indignação com aquilo, a maioria era lésbica, 50 MULHERES FORAM IGNORADAS E SILENCIADAS.

Uma moça foi ameaçada no banheiro, por outra mulher que estava defendendo Luisa/Helena/Heloisa/Luis. Uma mulher negra e lésbica foi chamada de desumana. Mandaram eu, e mais algumas compas lésbicas "irmos tomar no cú".

Conseguimos nos organizar politicamente, fomos pra fora do sarau, e fizemos uma plenária, expomos o quanto estávamos coagidas ali dentro, expomos que nos sentimos invadidas e decidimos que faríamos uma intervenção no dia seguinte, domingo 03/05/2015. Chamamos a organização do evento, e uma das organizadoras nos disse que teríamos um espaço pra falar, que queria por escrito um texto, pautando o desconforto daquelas mulheres, para que ela pudesse levar pra mesa do EME, e que nós teríamos local de fala.

Nós ficamos a madrugada inteira discutindo, e tendo cuidado em como elaboraríamos esse texto, durante a madrugada algumas meninas foram dormir, eu, Andressa e Fernanda ficamos até as 7 da manhã concluindo os textos, fizemos um texto geral, que englobava todas as mulheres, e fizemos um texto falando sobre a lesbofobia e a cultura de estupro que tava rolando. Nós não dormimos, nós estávamos exaustas, mas não podíamos deixar que aquilo passasse em branco, que mais uma vez lésbicas fossem silenciadas e agredidas num espaço que deveria ser feminista. De manhã, todas nós nos reunimos de novo, revisamos os textos de forma coletiva, procuramos a organização pra mostrar, conforme o combinado, e mais uma vez prometeram um local de fala para nós.

Depois de toda a organização ler os textos, decidiram que supostamente não teria mais plenária, os ônibus das companheiras envolvidas na nossa auto-organização, decidiram sair mais cedo. Fomos silenciadas, mais uma vez. 50 mulheres que tiveram coragem de expor seu medo, foram silenciadas, sendo a maioria lésbica, eu tenho certeza que haviam mais mulheres desconfortáveis e não tinham coragem de falar. Chegaram relatos até nós de mulheres que não estavam conosco, mas que pediram "pelo amor de deus" pra que não falássemos nada, porque não queriam ser vistas como preconceituosas.

O medo é a arma do patriarcado, UM homem, silenciou 50 mulheres, precisou de UM homem, pra que 50 mulheres, a maioria sendo lésbica se sentisse com medo, e tivesse a necessidade de nos organizarmos num evento para que ele fosse retirado de lá, 50 mulheres unidas, não conseguiram tirar UM HOMEM de um espaço FEMINISTA. UM homem, colocou a vida e a segurança de 1.000 mulheres em risco.

Colocar a culpa da situação no patriarcado é tão ridículo que fico quase sem palavras para expor o ridículo desse pensamento. Não, minha cara, isso não é culpa do patriarcado. É o monstro que vocês ajudaram a criar e alimentar mostrando suas garras. Que monstro? O politicamente correto. A forma em especial que esse monstro apareceu foi no delírio de achar que ninguém nasce homem ou mulher, que o que conta é somente como a pessoa se identifica. Não tenho nada contra pessoas transexuais e as trato de acordo com o sexo que se identificam, mas o faço por uma questão de respeito e cortesia, e não por princípio. Não tenho sequer um único argumento contra quem quer trata-las por seu sexo biológico. Se o sujeito nasceu como Luís e fez tratamento para ter corpo de mulher e quer ser chamado de Bianca, e ser tratado no masculino o incomoda tanto, ele pode simplesmente escolher NÃO se associar com pessoas que o chamam de “ele” e se associar apenas com pessoas que o tratam por “ela”. Certamente é o que eu faria se fosse transexual.

Somos todos pessoas imperfeitas e temos nossos vícios e nossas virtudes. Mas o politicamente correto criou uma verdadeira caça às bruxas contra o que considera vício. Vemo-nos obrigados a fazer nosso “marketing moral” para nos mostrarmos como pessoas modernas e “sem preconceitos”, de “intenções puras”, sob o risco de sermos marginalizados pelo próprio movimento que se diz defensor dos oprimidos. Pior ainda: o mau caratismo é tamanho que o politicamente correto criou um vocabulário próprio, digno de uma distopia orwelliana.

O politicamente correto é uma praga justamente por causa de seu caráter autoritário e delirante. Delirante por criar uma falsa ideia de virtude. Totalitário por querer transformar a todos em pessoas “virtuosas” de acordo com seu próprio padrão de virtude, marginalizando todas as outras no processo.

Na distopia descrita por Orwell, novilíngua é o idioma artificial criado pelo partido para esvaziar as palavras de seu sentido original, de forma que elas só passassem a significar o que o partido quer que signifiquem, com o propósito de impedir o pensamento. A situação é tão ridícula que hoje qualquer coisa pode ser acusada de “racismo”, até mesmo a letra de uma música por uma frase tão inocente como “nega do cabelo duro, qual é o pente que te penteia”. Claro que o racismo é algo abjeto, mas se antes ele tinha um significado claro e preciso, hoje a palavra vem sendo lentamente esvaziada de seu sentido original, podendo significar qualquer coisa, desde que isso dê uma justificativa para que o politicamente correto possa lançar suas garras inquisidoras contra qualquer um que se oponha à ele. Preconceito é outra palavra que vem sendo deturpada da mesma maneira e para o mesmo propósito.

E por que todo esse medo relatado? Porque na visão doentia do politicamente correto, ser acusado de racismo ou de preconceito é pior do que ser acusado de nazista ou de pedófilo. Inversão completa de prioridades e de senso de proporções.

E não me venham com esse papo de “respeitar as diferenças”. Respeito não é moeda de troca e muito menos um direito. É difícil pensar em algo tão abominável quanto ser obrigado a respeito algo que se considera abjeto. Isso, porém, é completamente diferente de um homem simplesmente se vestir de mulher e se declarar mulher e fazer com que qualquer um que não concorde seja taxado de preconceituoso.

Este episódio é apenas uma amostra do estrago que o politicamente correto pode fazer com a nossa sociedade e com a mente de seus adeptos.

domingo, 8 de março de 2015

Três Biografias para celebrar o dia Internacional da Mulher

Post de 08/03/2013
Muito além do Feminismo, conheça três biografias para celebrar o dia internacional da mulher.

Fonte: Ordem Livre.org

Mary Wollstonecraft

Wollstonecraft inspirava as pessoas porque falava com o coração. Embora fosse razoavelmente bem educada, fazia uso primordialmente da sua própria experiência de vida tumultuada. Ela dizia que “há um defeito original na minha mente, pois as mais cruéis das experiências não foram suficientes para erradicar essa minha tendência boba em valorizar – e esperar encontrar – ternura romântica”.

Ela ousou fazer o que nenhuma mulher em seu tempo fizera: seguir uma carreira como escritora profissional em tempo integral, tratando de assuntos sérios, sem o patrocínio de nenhum aristocrata. “Serei a primeira de um novo tipo”, ela afirmou. Foi uma luta dura, pois as mulheres tradicionalmente eram louvadas por suas habilidades domésticas, e não por sua inteligência. Wollstonecraft desenvolveu seus talentos enquanto vivia com uma renda minguada. Vestia-se com simplicidade, raramente comia carne e, quando tomava vinho, era em uma um xícara de chá, pois não podia pagar por um copo inteiro.

Seus contemporâneos observavam sua presença provocante – magra, de altura média, olhos encantadores, cabelos castanhos, e voz suave. “Mary não chegava a ser de uma beleza estonteante, mas era encantadoramente graciosa”, disse um admirador germânico. “Seu rosto, tão expressivo, tinha um tipo de beleza que ia além das características mais comuns. Havia algo de encantador em seu olhar, em sua voz, em seus gestos”.

Mais sobre >> http://www.ordemlivre.org/2008/10/biografia-mary-wollstonecraft/


Rose Wilder Lane

Lane era uma estrangeira que veio de um território que não era ainda parte dos Estados Unidos e iniciou uma carreira antes de muitas mulheres terem direitos iguais. Tornou-se uma das escritoras freelance de maior sucesso em sua época. Viajou a trabalho pela Europa Oriental e aos 78 anos se tornou correspondente de guerra no Vietnã.

Publicou textos em American Mercury, Cosmopolitan, Country Gentleman, Good Housekeeping, Harper’s, Ladies’ Home Journal, McCall’s,Redbook, Saturday Evening Post, Sunset, Woman’s Day, e outras revistas. Produziu roteiros para o apresentador de rádio Lowell Thomas, cuja especialidade eram aventuras de viagens exóticas, e escreveu biografias de Charles Chaplin, Henry Ford e Jack London. Seu romance Let the Hurricane Roar [“Deixe o furacão rugir”] (1933) foi um best-seller que permaneceu em catálogo por quatro décadas e foi adaptado para a televisão como Young Pioneers [“Jovens pioneiros”]. Seu livro The Discovery of Freedom [“A descoberta da liberdade”](1943), ainda disponível, ajudou a inspirar o moderno movimento libertário. Ela atingiu seu maior impacto quando transformou as histórias contadas por sua mãe na adorada série de livros Little House [“Casinha”], tratando temas como responsabilidade individual, auto-confiança, cortesia, coragem e amor. Muitas pessoas consideram-na a melhor série de livros infantis já escrita.

Referindo-se a Lane e suas compatriotas, a jornalista Isabel Paterson e a romancista Ayn Rand, John Chamberlain, editor da Fortune, escreveu admiradamente que “com um olhar desdenhoso para a comunidade empresarial masculina, elas decidiram reacender a fé em uma filosofia americana mais antiga. Não havia nenhuma economista dentre elas. E nenhuma delas era uma Ph.D”. Albert Jay Nock declarou que “elas fazem com que nós escritores homens nos pareçamos com dinheiro Confederado [N.T.: sem valor]. Elas não se descuidam nem perdem tempo – cada tiro vai direto ao ponto”.

O biógrafo William Holtz notou que a filosofia política foi “o principal interesse de Lane durante metade de sua vida adulta. Ela era uma figura importante na transmissão do persistente fio de pensamento libertário em nosso país, e muitos daqueles que respeitam e amavam-na formavam na verdade um tipo de camaradagem entre guerreiros contra o Estado. (…) Altamente autodidata, sempre uma leitora voraz e variada e, por temperamento, uma pensadora independente, ela acreditava em poucas coisas simplesmente por fé, testado idéias instintivamente contra sua própria experiência”.

Mais sobre >> http://www.ordemlivre.org/2009/07/biografia-rose-wilder-lane/


Ayn Rand


Rand explicava as coisas com uma clareza fora do comum. Escreveu, por exemplo: “Qual é o princípio básico, essencial, ela discordava dos defensores da liberdade que esperavam ganhar influência apenas com a economia de mercado: “A maioria das pessoas sabe, de uma forma vaga e incômoda, que há algo de errado com a teoria econômica marxista… A raiz da tragédia moderna é filosófica e moral. As pessoas não estão aderindo ao coletivismo porque aceitaram a má teoria econômica, elas estão aceitando a má teoria econômica porque aderiram ao coletivismo.” crucial, que diferencia a liberdade da escravidão? É o princípio da ação voluntária versus a coerção física ou por ameaças… A questão não é a escravidão por uma ‘boa’ causa versus a escravidão por uma causa ‘ruim’; a questão não é a ditadura de uma gangue ‘boa’ contra a ditadura de uma gangue ‘má’. A questão é liberdade versus ditadura… Se defendemos a liberdade, devemos defender os direitos individuais do homem; se defendemos os direitos individuais do homem, devemos defender seu direito à sua própria vida, à sua própria liberdade, e à busca de sua própria felicidade… Sem direitos de propriedade, nenhum outro direito é possível. Uma vez que o homem precisa sustentar sua vida através de seu próprio trabalho, o homem que não tem direito ao produto de seu trabalho não tem meios de sustentar sua vida.”

É verdade que Rand perdia a paciência com aqueles que não conseguiam compreendê-la, e com compatriotas que se desviavam de suas opiniões. Talvez isso se devesse em parte ao fato de que ela havia passado muitos anos lutando para escapar da Rússia, estabelecer-se em Hollywood, superar rejeições de editoras e suportar críticas duras.

A biógrafa Barbara Branden descreveu Rand na época de sua chegada aos EUA, aos vinte e um anos: “Enquadrado por cabelo curto e liso, seu rosto quadrado tinha a forma enfatizada pela mandíbula firme, uma boca grande e sensual sempre tensa, e olhos enormes, negros e intensos. Parecia o rosto de uma mártir, uma inquisidora ou uma santa. Seus olhos tinham uma paixão simultaneamente emocional e intelectual – como se pudessem queimar quem os olhasse”. Ao longo da vida de Rand, o tabagismo e os hábitos sedentários tiveram suas consequências, mas ela ainda era inesquecível.

Mais sobre >> http://www.ordemlivre.org/2009/02/biografia-ayn-rand-2/

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Progressistas, feministas e outros 'istas' e a eterna terceirização da culpa

Em resposta ao texto: Andressa vai morrer, e a culpa é de vocês no portal R7.

Progressistas, feministas e outros 'istas' e essa mania de atribuir a terceiros culpa de atos que são de responsabilidade exclusiva de quem os cometeu.

Com o perdão da dureza de minhas palavras, mas a moça, 'vitima' da própria insensatez possui um enorme vazio dentro de si, não importando o quanto seja bonita e desejada - ela nunca vai encontrar o equilíbrio, pois é uma desequilibrada e provou isso ao vivo num programa da emissora o qual este site faz parte - vai lá contrariando recomendações médicas e sem o conhecimento de seu médico injeta em sí 20 vezes mais de um produto liberado com restrições e debates entre os especialistas da área. E a culpa é do machismo, do patriarcado, mimimi...

Tenha paciência!! É muito espantalho pra minha mente

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

A lógica do estupro para algumas desmioladas


Infelizmente algumas dessas desmioladas que pensam da mesma forma, não iriam sobreviver ao ataque, já que os números de violência sexual seguida de morte só tem aumentado.

Alguém avise a essas tapadas que estupro é uma das piores violências que se pode cometer a outro individuo?
Agora vai você, homem, fazer uma piada sobre isso. O totalitarismo odeia humor, odeia a ironia, odeia que se possa dizer algo que o grupo não possa controlar

"Se a prudência da reserva e decoro indica o silenciar em algumas circunstâncias, em outras, uma prudência de uma ordem maior pode justificar a atitude de dizer o que pensamos." - (Edmund Burke)