- Na Venezuela após 20 anos finalmente o governo bolivariano sofreu uma derrota histórica nas eleições do pais. Maduro não tem mais a maioria do congresso. A derrota nas urnas foi tão acachapante que Maduro teve que aceitar a derrota nas urnas, mas antes deve tentar algum golpe para governar por decretos (algo parecido ao que Dilma tentou ano passado) e com apoio militar.
- Na Argentina uma vitória quase sem precedentes. Um candidato não Kirchnerista (esquerda) e não Peronista (populismo) venceu as eleições presidenciais. Mauricio Macri é liberal e líder de um partino criado recentemente.
- Na França a direita (a quem a globo insiste em usar o termo extrema-direita para desqualificar) conseguiu uma vitória importante sobre os socialistas, muito motivado pelo fracasso da esquerda na politica com imigrantes e que culminou nos ataques a Paris cometidos por extremistas infiltrados no pais graças a essa politica.
Meus queridos, a esquerda mundial está ruindo. Não é algo local ou pontual. É uma tendencia mundial.
No Brasil existem dois processos que podem tirar o mandato de Dilma Roussef por ter cometido fraudes contra a responsabilidade fiscal e estelionato eleitoral.
A chance de nos livrarmos dessas baratas tontas bolivarianas do governo está se abrindo.
O foco é vermelho e devemos manter os olhos abertos às linhas auxiliares desse projeto: REDE, PSOL; e a esquerda água com açúcar: PSDB. Mas para derruba-los, teremos que dinamitar também as raposas velhas que deram suporte e apoio a esse projeto nefasto (Leia-se PMDB e demais aliados).
Millor Fernandes:
Jornalismo, por princípio, é oposição – oposição a tudo, inclusive à oposição. Ninguém deve ficar acima de qualquer suspeita; para o jornalista, não existem santos.
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
A esquerda mundial está ruíndo
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terça-feira, 14 de junho de 2011
França nega a argelino naturalização por machismo com a esposa francesa

E ainda tem quem fale mal da França:
Um argelino casado com uma francesa estava indo bem na entrevista para obtenção de nacionalidade, até que os funcionários da imigração notaram que a mulher nada falava.
Podia ser temperamento dela, mas em um momento ela pediu autorização do marido para falar, o que se repetiu algumas vezes. Entre outras coisas, ela disse que não saia de casa porque o marido não gostava.
Depois, o argelino foi informado pelos funcionários de que a França não podia conceder nacionalidade a alguém que não respeita a igualdade entre o homem e a mulher.
A imprensa francesa deu destaque ao caso porque aparentemente é o primeiro de não concessão de nacionalidade por causa de machismo, embora tenha pesado também o fato de o argelino, desde 2006, ter trabalhado no país apenas quatro meses e estava pleitando o reconhecimento como francês para receber aposentadoria por invalidez.
Houve quem criticasse o governo por ter criado um precedente que criará mais dificuldade aos imigrantes. Nos últimos anos, a França assumiu uma política abertamente hostil aos estrangeiros que lá vivem.
As autoridades responderam que o código civil francês prevê a não concessão de nacionalidade em casos que envolvam a “indignidade” de cidadã ou cidadão francês.
Sensacional!!!
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"Se a prudência da reserva e decoro indica o silenciar em algumas circunstâncias, em outras, uma prudência de uma ordem maior pode justificar a atitude de dizer o que pensamos." - (Edmund Burke)