Millor Fernandes:


Jornalismo, por princípio, é oposição – oposição a tudo, inclusive à oposição. Ninguém deve ficar acima de qualquer suspeita; para o jornalista, não existem santos.

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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

"O rock é racista" é o novo "o rock é do diabo"


Demonizar todo um gênero parece ser a nova tática daqueles tipos que acham que o dia 31 de outubro deveria se chamar de dia do Saci. Em nome de um nacionalismo e culturalismo provinciano.



A revista on-line Medium publicou um artigo o qual deixo o link para a "apreciação" ou enjoo de quem se propor ler.

Algo que intensifica os ataques a todo um gênero musical por conta da repercussão a atitude de um ato de um de seus ídolos nos EUA. Ato devidamente execrado pelo meio, embora causando enorme polêmica e reflexão por fatores comuns à cena do Metal mundial, no que se refere a intrigas e brigas de backstage e até interpretação errônea ou equivocada da cultura e história Americana. Inclusive comentei sobre isso no meu ultimo post.

O fato é que o autor ao comentar uma entrevista passada do compositor e cantor, Seu jorge, no post começa se apresentando como um ex-roqueiro agora já amadurecido, e mais alguns jargões tendenciosos e cheios de preconceito implícito típicos de um militante esquerdista. Afinal para ele crescer e amadurecer só foi possível após deixar de ouvir metal. - Para mim o amadurecimento veio quando passei a ter que pagar minhas contas - tudo para no final fazer apologia à musica que acha que preserva a "negritude" e a cultura do negro.

É o mesmo pensamento de quem acha que filho de pobre em comunidade só deve ter curso musical que o leve a aprender a "bater lata".

Eu espero que leiam se tiverem algum estômago para que minha conclusão a seguir faça o sentido esperado.

Notem que em qualquer debate onde o esquerdista estiver ele vai querer dar as cartas, ele vai querer que sigamos pelas regras dele. Ocorre que TODO esquerdista, toda pessoa que possui ideias coletivistas se considera acima do bem do mal, se julga intelectualmente, e mesmo moralmente superior

O texto inteiro é uma enorme cagação de regras. Como não tenho a menor preocupação com a estética posso usar esse termo, pois ele é o que melhor define como a imprensa comum e a especializada vem atuando.

Voltando ao chorume em forma de texto opinativo. No ponto em que o autor questiona a proporção de negros no rock nacional, nós podemos afirmar usando a lógica que que se negros são uma minoria, então o rock está representado em número compatível com essa minoria na cena mais mainstream. Já que o Rock nacional no seu auge foi o mais puro e comercial mainstream.

Mas se olharmos pro underground, ontem e hoje, os negros e pardos estão muito mais representados no público e nas bandas. Aqueles que estão na rua e nos points e vêem isso. Então o lugar do negro é no rock sim. Ele está no lugar certo, no underground longe do mainstream, longe do politicamente correto (o novo mainstream) representando sua "negritude" fazendo o que lhe convém como bem quer e tocando um som criado por negros, e não o que alguns hipsters engajados que provavelmente só visitaram um morro pra fazer trabalho de faculdade ou para comprar baseado, acha que ele deve fazer. (agora estou me dando ao luxo de fazer os meus julgamentos com base nos meus preconceitos - e nunca disse que não os tinha).

Lamentavelmente a merda que o Phill Anselmo fez esta servindo para levantar esse tipo agenda esquerdista que quer propagar como o rock deve ser, e o lugar onde o negro deve ou não estar.

Não faltam exemplo de negros que fogem do lugar comum pretendido por intelectuais branquinhos de DCE cheios de boas intenções. essas ovelhas desgarradas são costumeiramente execrados. Cito como exemplo o jovem Fernando Holyday do MBL (Movimento Brasil Livre) que frequentemente sofre ataques da militância que supostamente diz defender os direitos de pessoas como ele. Vejam artistas como o Lobão, sempre polêmico. Sempre do "lado errado" da história.

Ninguém aqui é tolo o bastante de dizer que não há correntes racistas e nazistas dentro rock. Existem e são frequentemente rechaçados. Da mesma forma que existem correntes do rock que defendem comunismo, mesmo ignorando suas mortes contabilizadas em centenas de milhões ao longo da história; da mesma forma que o Rock e metal possui bandas nazistas, de esquerda, conservadoras, libertárias, anarquistas, satanistas, religiosas. Eu entendi depois de tantos anos que essa sempre foi a verdadeira diversidade a que o rock se propôs a difundir.

O rock e principalmente o metal por origem sempre tiveram o intuito de desagradar as convenções e verdades absolutas do mundo. Se o rock e o metal tivessem que possuir alguma ideologia politica esta deveria ser o anarquismo, mas o rock pode ser QUALQUER COISA que um musico e um ouvinte quem tocar ou ouvir. Mas ele sempre irá desagradar o mainstream social e as convenções impostas.



"O rock é racista" é o novo "o rock é do diabo". Só prova que os defensores da moral e dos bons costumes mudaram de vestimenta, de cara, nome e de discurso. Mas o pensamento inquisidor, desqualificador e cagador de regras continua lá.

Dizem por ai que o Diabo é o pai do Rock, outros dizem que ele é o pai da mentira. Do rock, pra mim o pai é Little Richard (negro, alias). Já se ele é o pai da mentira, a mãe com certeza é a esquerda.

Eu já sinto saudades quando eram os crentes mais fervorosos que se sentiam incomodados com minhas camisas de banda. Espero que as pessoas do meio metálico não acreditem nesse conto do vigário esquerdista.

domingo, 31 de janeiro de 2016

O Racismo de Phil e a agenda politica da imprensa especializada (Os anos 90 voltaram)


Não quero me alongar muito sobre o caso (ao terminar de escrever percebi que me alonguei, portanto é textão). Todos da cena metálica ao redor do mundo tomaram conhecimento de mais um vexame protagonizado por Phillip Anselmo, (ex-Pantera, Superjoint Ritual, Down) o controverso vocalista aprontou outra em um evento em homenagem a Dimebag Darrell morto em 2004 num atentado, onde muita gente inclusive o irmão de Darrel, Vinnie Paul (baterista do Pantera) culpa Anselmo por várias declarações na imprensa contra Darrell que motivaram o assassino Nathan Gale, um militar com problemas emocionais e fá do Pantera.

Phill sempre foi um desajustado sempre sofreu acusações de pertencer a grupos de skinheads (era o único careca da banda), Trocou as drogas onde quase morreu por overdose em mais de uma vez, pelas bebidas. Pantera que já era acusado de ser um banda racista por fazerem uso da bandeira confederada (lembro que Phill é de Nova Orleans, não de Dallas de onde surgiu o Pantera).

Para alguns (principalmente por aqui) a bandeira confederada representa o racismo, quando para a maioria os sulistas que a usam representa somente o orgulho de ser sulista e a luta por sua liberdade e sesseção (ainda que sua luta por separação envolvesse uma questão errada como o uso do trabalho escravo não foi o único motivo pela guerra). Sempre se vincula a bandeira confederada à Klu Klux Klan, que a maioria não sabe foi criada por membros do partido democrata, que hoje representa nos EUA a esquerda americana e são os principais detratores da bandeira confederada.

Aqui no Brasil temos exemplos de orgulho separatista pelos vários movimentos separatistas que ocorreram durante o império. O principal deles do Sul do Brasil, mas todo separatista é um racista? Lembro que a bandeira do estado de Minas Gerais é a bandeira da inconfidência mineira.

Pergunto de novo. Todo separatista é racista?


1997 é logo ali

O fato é que 30 anos depois Phil é acusado de novo de ser racista. Nossa sociedade convencionou, felizmente, que o racismo é execrável. Acho que Phill merece o puxão de orelhas público que está recebendo da comunidade metal em todo mundo.

Mas me permitam fazer o papel de advogado do Diabo para após chegar a conclusão de onde estou querendo chegar com toda essa polêmica alimentada pela imprensa. Eu não acredito, de coração que Phill Anselmo seja racista. É sabido que Phil faz ou fez, parte de algum grupo 'White Power' em Nova Orleans. O cara fez uma piada (ou provocação a alguém) interna que foi mal interpretada. Ele já afirmou varias vezes que não é racista, estou dando o benefício da dúvida a ele pois temos no YouTube a vontade documentos registrados do cara fazendo jans com todo mundo. Inclusive temos disponível uma apresentação dele tocando com o Living Color. (https://www.youtube.com/watch?v=52Vkbf-z8eg) a menos que ele seja um fingido de proporções sociopáticas, um racista genuinamente orgulhoso por ser branco não subiria ao palco para tocar com afro-americanos. Minha opinião que espero não estar redondamente enganado.

Tudo no final as contas vai girar no que as pessoas querem acreditar. Não no que é verdade. E Phil deu margem pra isso. Por isso, o Troféu Asshole deste blog, que estava guardado há um bom tempo, vai pra você Phill, mas ainda gostamos de você.

Mas essas merdas que Phill fala bêbado, ao meu ver, causou indiretamente a morte de um amigo. Ou aprende que ele é uma pessoa publica e se assume se realmente é racista ou entende que o que ele fala tem efeito em cabeças fracas tipo a do cara que foi encher o Darrell de bala.

Por outro lado vejo pessoas criticando Phill o chamando de racista, mas alguns desses são fãs de Burzum. Parabéns para vocês, não consigo separar as coisas dessa forma estranha como conseguem fazer.

A imprensa ideológica

O site metal Sucks num trabalho de jornalismo investigativo inédito na história da imprensa especializada (percebam o meu sarcasmo aqui) foi atrás da garrafa que Phill estava consumindo nos bastidores do Dimebash. Descobriram que não era vinho branco mas sim vodka com batida de limão. Em seguida Phill arrega e pede desculpas por ter sido um grande idiota. Mas deixa implícito que rolou algum atrito nos bastidores referente a morte de Darrell. E que o sieg heil era uma piada interna sobre o que rolou.

Em seguida a namorada de Dimebag, Rita Haney faz uma declaração pública confirmando a existência do vinho branco ao mesmo tempo que critica o gesto de Phill e perdoa seu pedido de desculpas.

A imprensa especializada está aproveitando o caso para cagar regras sobre o metal. Como se o gênero fosse uma coisa fofa unanime que prega amor, tolerância cantarolando as ideias de John Lennon de mãos dadas. Não é, e nem deve ser. Não a toa existem diversos tipos de bandas e artistas que propagam todo tipo de ideia. Boa ou ruim de esquerda ou de direita. Temos algumas histórias de assassinatos, rixas de gangue e outros momentos nada amorosos. Fica claro que a imprensa especializada segue a mesma linha progressista ditadora de regras louca para achar alguém para ser crucificado em prol do cumprimento dessa agenda querendo impor um pensamento único e ideologicamente ligado com as supostas convicções desse pensamento.

Heavy Metal sempre foi um meio de desajustados. Alguns se ajustaram com a idade, outros não. Mas o Heavy metal sempre flertou a com escuridão da alma humana, com os seus piores aspectos, muitas vezes refletido no comportamento dos artistas.

Se alguém considera realmente que ele seja racista é simples. Parem de consumir tudo que ele produzir e parem de dar pageviews a matérias relacionadas a ele. Eu quando não aprovo a conduta de um artista o boicoto. Um exemplo disso é que eu não consumo nada produzido por bandas que exaltam assassinos como Che Guevara - que era racista, e não faltam declarações do próprio que comprovam isso - e ditaduras como Cuba como faz o Rage Against the Machine.

Até aqui a atuação da imprensa especializada, principalmente a brasileira, tem sido de total sensacionalismo com o caso pendendo somente na criação de um monstro para combater, quando ela, se quisesse poderia atacar artistas do meio que assumidamente possuem o comportamento o qual querem condenar, ou apoiam irrestritamente governos que praticam aquilo que dizem condenar. Não o fazem por ideologia.

Algumas pequenas considerações:



- Robb Flyn, frontman do Machine Head gravou um video fazendo duras criticas a Phill e ao Pantera como um todo por esse ato de racismo. O Pantera era comporto por quatro pessoas, atribuir mancha ao legado da banda por conta da atitude de um membro, ainda mais depois de banda ter terminado é um erro. Porém, Flynn tem um histórico, e tem uma passagem no mínimo incoerente pra quem diz se incomodar tanto com um sinal de "Sieg Heil". Quando ao comprar o apartamento havia uma clausula dizendo que o imóvel não poderia pertencer a um negro. Ele comprou o apartamento assim mesmo.

- Flynn não demonstrou aversão ou desconforto ao posar nessa foto do Gary Holt (Exodus) e Jeff Hanneman (R.I.P) ex-slayer, brincadeira ou não Hanneman era outro que vivia sofrendo acusações de ser nazista. Mesmo dividindo palco com um cubano e um chileno.

- Rita Haney, ex de Darrell também fez um comentário sobre a postura de Robb insinuando existir mais coisas nos bastidores do que veio a público.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Racismo ou Imaturidade?

Aqueles que acompanham este blog já devem estar cansados de ouvir menções a George Orwell. Infelizmente, para muitos casos ele continua dando a melhor explicação de determinados fenômenos.

Na sociedade totalitária e distópica de Orwell, criou-se uma língua artificial chamada novilíngua. Consistia em impedir o pensamento independente ao esvaziar as palavras de seu significado, fazendo com que significassem apenas o que o partido quer que signifiquem.

Faz um tempo que venho dizendo que racismo, hoje, virou pura novilíngua. Evidente que racismo é uma coisa abjeta. O problema é que o termo foi estendido para além de seus limites razoáveis, a ponto de que qualquer crítica passe a ser considerado racismo. É como se quisessem criar uma casta de intocáveis, fazendo-os acreditar que são vítimas de uma sociedade cheia de ódio e que, portanto, necessitam de proteções especiais. Na prática, isso significa apenas uma coisa: mais poder ao governo, mais intromissão na vida do cidadão.

Eis que encontro esta pérola ao acaso. Trata-se de um projeto na UNB visando "conscientizar" a população do racismo enfrentado por estudantes negros, em que vário negros seguram cartazes com frases que ouviram em sua família, universidade ou emprego. O problema é que, para uma campanha destinada a denunciar o racismo, a maioria esmagadora dessas mensagens passa léguas de qualquer racismo evidente e não aguentariam o menor escrutínio. Pretendo aqui expor e avaliar cada uma dessas mensagens e então colocar minhas considerações finais sobre o assunto. Aqui vai:

Imagine que uma mulher que só transou com homens gordos e peludos encontrasse um magrinho e com poucos pelos que estivesse afim dela e ela dissesse que sempre quis saber como é transar com um homem assim. Preconceito? Ou mera curiosidade?

 
Como se isso não fosse uma situação completamente normal e homens não fizessem o mesmo com mulheres não negras. Já vi algo escrito por uma mulher onde ela mesma dizia que dividia homens entre "este é pra transar, este é pra namorar e este é pra casar". A menos que ela acredite que os homens casariam com prostitutas ou com qualquer mulher com quem aceitassem fazer sexo casual.


 
OK. Esse é um dos poucos que eu poderia considerar racismo mesmo. Próximo.


 
 Ainda que tal mensagem possa ser preconceituosa, preconceito não é sinônimo de racismo. Preconceito é a opinião sem conhecimento prévio ou com conhecimento insuficiente, que pode ser negativo, neutro ou positivo. Se digo que todo português é burro, que todo brasileiro gosta de carnaval e futebol e que todo japonês é trabalhador estarei sendo preconceituoso, ainda que o primeiro seja negativo, o segundo seja neutro (gostar de futebol e carnaval não é mérito nem demérito) e o terceiro seja positivo. Já o racismo é sempre negativo e encara o negro como um ser indigno ou inferior. Se o sujeito tem um preconceito e acha que todo negro é bom de samba, isso não é diferente de um estrangeiro que pensa que todo brasileiro é bom jogador de futebol e que as brasileiras estão entre as mais bonitas do mundo (ainda que nunca tenha visitado o Brasil).

Claro, também existe a possibilidade do sujeito ter dito isso como uma mera brincadeira inofensiva.

 
Idem. Ser passista de escola de samba é algum demérito por acaso?


 É sério isso? Não tem nem o que comentar.

Situação hipotética: um gay quer ser meu amigo. Eu rejeito a amizade porque o acho um porre e ele diz que estou sendo homofóbico. Respondo dizendo que não sou homofóbico e que até tenho amigos gays. Isso quer dizer que sou homofóbico? Essa realmente é abaixo da média.

 Agora dizer para um cara que se considera negro que ele é na verdade um mulato é racismo? Francamente...

 Essa até dá pra dar o benefício da dúvida, ainda que seja difícil dizer se o sujeito é realmente racista ou se ele está simplesmente assumindo que a mulher da foto é racista e consideraria um demérito ser chamada de negra.

 Digamos que eu não ache mulheres com sardas e nariz grande atraentes e diga para uma mulher com ambas as características que ela até é atraente apesar desses traços. Quer dizer que ter preferência por mulheres brancas - da mesma maneira que alguns homens tem preferências por loiras, seios grandes ou outros atributos físicos - é racismo?

 Idem.

 Me pergunto o que a cor dos olhos de uma pessoa tem a ver com racismo, mas não consegui pensar em nada.

 Como se colegas de escola e universidade não vivessem zoando uns aos outros devido a determinados atributos físicos. Ou como se ser idiota fosse sinônimo de racismo só porque o alvo do comentário por acaso é negro.

 Esse é um dos poucos que dá pra enquadrar como racismo.

 É uma pergunta válida. Qualquer alma mais cética que ache que há exageros no assunto do racismo poderia ter feito essa pergunta.

 Isso sim é racismo, não esse mimimi das outras imagens.

 Para o bem ou para o mal, há uma certa tendência a associar determinados traços físicos com gostos específicos. Imagine um sujeito todo musculoso, tipo fisiculturista, que goste de balé. Não lhe causaria surpresa? E isso é o tipo de coisa que afeta tanto negros quanto não negros. De qualquer forma, ainda que dê para enquadrar como preconceito, segue a mesma lógica da quarta foto: preconceito não é sinônimo de racismo.

 Como se isso não fosse o resultado esperado das políticas de cotas e o preconceito aqui fosse contra negros, e não contra cotistas.

 Idem.

 Novamente, como se não fosse normal dar apelidos por causa de determinados atributos físicos. Todos chamam meu pai de magrão e conheço uma doméstica que todos chamam de neguinha. Nunca deram a mínima.

 Idem.

 Mais uma vez a questão dos apelidos devido a similaridade de atributos físicos. Já tive um colega que apelidaram de Ozzy e já tive uma personal trainer que todos chamavam de Xuxa. O que isso tem a ver com preconceito e discriminação?

"Não sou prostituta, apenas faço sexo em troca de dinheiro."

Conclusão: racismo existe e é condenável? Certamente. Mas é preciso saber separar o joio do trigo e cuidar de vítimas reais ao invés de vítimas de faz-de-conta. Parar com essa paranoia de achar que qualquer comentário desagradável dirigido a um negro é fruto de racismo a ponto de dizer que "é como andar em um campo minado" por causa de comentários tão triviais. É como se estivessem o tempo todo pensando em como usar o que os outros dizem contra eles mesmos para que possam posar de vítimas e pedir privilégios especiais. Discurso perfeito para oportunistas de plantão e levados adiante por idiotas úteis. Já passou da hora de desmascarar este embuste de uma vez por todas.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Alexandre Borges: "nunca se coloque entre um esquerdista e o dinheiro dos impostos"




Entenda o caso da morte de Eric Garner, ocorrida em 17 de julho:

Eric Garner, 44 anos, 1,91m e 160kg, tinha asma e problemas cardíacos. Ele foi abordado por policiais sob a acusação de vender cigarros no "varejo", ou seja, por unidade, o que é proibido.

- Nova York foi administrada por Michael Bloomberg, um radical que mandou a polícia, explicitamente, reforçar o combate a esse tipo de comércio. Uma cidade do tamanho de Nova York, com os problemas que têm, elegeu como prioridade o combate à venda de cigarros no varejo, o que é a tara de gente como Bloomberg.

- Ao ser abordado pelo policial, Eric Garner, que estava desarmado, disse que estava cansado de ser assediado pela polícia, que não estava vendendo nada e repetiu "me deixem em paz". Ele não demonstrou sinais de que iria reagir violentamente, o que faz o caso dele completamente diferente ao do assaltante Michael Brown, em Ferguson, explicado aqui: http://on.fb.me/1rsLuwk

- O policial pede para Garner colocar as mãos para trás para ser algemado e depois dá uma gravata nele, um procedimento proibido pela polícia de NY. Garner cai no chão dizendo "eu não consigo respirar" ("I can't breathe"), tem um ataque cardíaco e morre. Tudo filmado.

- O crime alegado foi apenas uma inofensiva venda de cigarros. Como disse a escritora e analista Ann Coulter sobre o caso, "nunca se coloque entre um esquerdista e o dinheiro dos impostos". Nesse caso, uma suposição de não pagamento de impostos causou uma morte estúpida de um homem de 44 anos.

- Os policiais foram mandados para o júri e dispensados do julgamento, foram considerados inocentes, assim como aconteceu com Darren Wilson em Ferguson. Mesmo assim, repito, são casos totalmente diferentes.

- Os policiais e paramédicos, pelas imagens, parecem ter sido negligentes no atendimento médico a Eric Garner. Como gravata normalmente não mata ninguém, é possível que tenham achado que Garner estava simulando a asfixia. Isso não é desculpa para a negligência no seu atendimento.

- Os policiais fizeram uso excessivo de força neste caso? É possível que sim, tudo leva a crer que sim. A justiça falhou? É possível também. O caso deve ser reaberto? Na minha opinião, deve.

Dito isso, é importante lembrar que não podemos reagir automaticamente nesses casos que inflamam à esquerda, que normalmente está errada, falseando dados e construindo narrativas para avançar a agenda ideológica.

É bem possível que, neste caso específico, a polícia e a justiça tenham falhado, mas qual país no mundo exerce a auto-crítica com tanta ênfase quanto os EUA? É bem possível que o caso seja reaberto e os culpados pela morte de Eric Garner, responsabilizados.

Mesmo que os policiais e os paramédicos sejam condenados, nada justifica a absurda narrativa repetida diariamente na imprensa mundial de que há uma perseguição aos negros pela polícia americana. É simplesmente mentira. A própria filha de Eric, entrevistada na CNN, disse: "a morte do meu pai não tem nada a ver com racismo, tem a ver com o erro do policial e com ele ter 160kg."

Os EUA registram mais de 1.100 casos de chamados policiais por roubo todos os dias. Se houvesse uma crise de assassinato de negros, por que casos como os de Michael Brown não aparecem todos os dias? Simplesmente porque são raríssimos.

Em 2010, como mostram os dados do vídeo "The Real Race War", foram registrados 62 mil agressões ou atos violentos de brancos contra negros nos EUA. No mesmo ano, 320 mil brancos foram vítimas de atos violentos perpetrados por negros, 5 vezes mais. Como nos EUA há 38 milhões de negros e 200 milhões de brancos, a proporção de crimes cometidos por negros contra brancos é 25 vezes maior do que o contrário. Quando se leva em conta apenas as estatísticas de crimes com violência física, a proporção dispara a de 25 para 200 vezes mais. A proporção em relação a estupros nem pode ser feita porque o número de brancos estuprando negros é próximo de zero no país.

Você não verá esses números na grande imprensa, assim como dados do FBI que mostram que mais de 90% das mortes de negros nos EUA são causadas por outros negros.

A esquerda não está preocupada com a verdade dos fatos e com a vida dos negros, que estão sendo dizimadas principalmente nas grandes cidades administradas pelo Partido Democrata. A criação de uma narrativa falsa, diversionista e embusteira servirá apenas para que as verdadeiras causas da violência não sejam combatidas e que pobres e negros continuem sendo assassinados, ao menos aqueles que o lobby abortista da esquerda não consegue matar no útero das mães.

"The Real Race War" Bill Whittle http://youtu.be/iGTUcS-yQtQ

terça-feira, 29 de abril de 2014

Mercado consegue ser mais justo ao punir idiotas do que qualquer governo

Nessa última semana dois casos de racismo dentro do meio esportivo; Um deles na NBA outro no campeonato Espanhol envolvendo um brasileiro chamaram a atenção do mundo novamente ao tema gerando uma série de manifestações e reações. Duas delas exemplares, e que motivam este meu post de hoje; Já as demais completamente bizonhas, óbvio, praticadas por celebridades do Brasil. Que comento logo ao final deste texto.



Donald Sterling - O advogado que enriqueceu no setor imobiliário de Los Angeles e comanda a franquia com pior retrospecto histórico das ligas americanas (ainda que viva um ótimo momento) tem um longo currículo de problemas envolvendo racismo. Como ficou mais evidente na conversa com sua namorada (vazada, em um áudio recebido pelo site de fofoca TMZ e que motivou sua punição pela NBA) ao lhe dizer que não gostaria de ver negros no ginásio em jogos de seu time.

Em 2005, ele concordou em pagar US$ 2,73 milhões para resolver reclamações apresentadas ao Departamento de Justiça americano sobre práticas discriminatórias para alugar apartamentos. Ele se recusava a alugar seus imóveis para hispânicos, negros e famílias com crianças.

O dono dos Clippers também foi processado em 2009 pelo Departamento de Justiça por não alugar imóveis para não coreanos na vizinhança coreana de Los Angeles e por se recusar a alugar imóveis para negros em Beverly Hills. Outro processo que Sterling encara desde 2009 é a acusação do ex-diretor dos Clippers Elgin Baylor de demissão injusta, baseada em discriminação de raça e idade.

Punição justa e exemplar

Mas dessa vez a punição foi exemplar e definitiva: O comissário da NBA, Adam Silver, anunciou na tarde desta terça-feira que Donald Sterling, proprietário do Los Angeles Clippers, está suspenso por racismo pelo resto de sua vida e terá de pagar uma multa de US$ 2,5 milhões(cerca de R$ 5,5 mi), valor máximo para uma punição permitido pela constituição da Liga Americana de Basquete. O dinheiro será doado para organizações que lutam contra o racismo.

O comissário da NBA deixou claro que não decidiu a punição para Sterling sozinho. Ele escutou jogadores e técnicos, especialmente os dos Clippers.

Adam Silver já conversou com as autoridades para que Sterling seja obrigado a colocar à venda o time do Los Angeles Clippers.

Cerca de 15 patrocinadores já romperam contratos com o Clippers após a divulgação da conversa, entre eles a seguradora State Farm e a fabricante de carros Kia. Sobre isso, o comissário da NBA acredita que as marcas voltem ao time de Los Angeles.

Daniel Alves e a banana - No último domingo Daniel Alves foi o protagonista da partida entre Villarreal e Barcelona não por um lance bonito, mas por uma atitude curiosa. Um torcedor do Submarino Amarelo atirou uma banana no jogador, que se posicionava para cobrar o escanteio. O lateral do Barça, então, se aproximou da banana, a pegou e comeu. Numa atitude sensacional e debochada que deve ter deixado o torcedor idiota com cara de pateta.

A punição: Por meio de seu site oficial, o Villarreal informou que identificou o torcedor que atirou a banana e avisa, inclusive, que já tomou providências para que isto nunca mais se repita. "Graças às forças de segurança e à inestimável colaboração da exemplar torcida amarela, o clube já idenfiticou o autor (do ato racista) e decidiu retirar seu carnê de sócio, além de proibir seu acesso ao estádio El Madrigal pelo resto da vida", escreveu o Villarreal.

Perfeita a atitude do clube. E lamenta-se que entidades como a FIFA, UEFA, CONMEBOL e CBF, muito mais parecidas com órgãos estatais do que federações esportivas privadas (embora a CBF receba verbas públicas) não façam o mesmo que a NBA fez no caso de Sterling e no do torcedor do Villareal, banido pelo clube.

Nos dois casos fica evidente que a iniciativa privada consegue ser mais justa e eficiente ao punir imbecis do que qualquer medida governamental. Ao contrário dos ativistas de direitos humanos do Brasil eu não sou a favor de processos penais que envolvam prisão ou cárcere.

Se uma pessoa quer ser idiota e babaca que seja e aguente as consequências dos seus atos. O mercado pode se dar ao luxo de rejeitar clientes e sócios quando estes são prejudiciais ao crescimento do próprio mercado. A sociedade pode rejeitar esse comportamento o repudiando de forma mais educativa do que punir criminalmente alguém. Se ele pode querer não se relacionar com pessoas alvo de seu preconceito, a sociedade pode não querer se relacionar com ele.

O racismo além de um pensamento reprovável em todos os sentidos é um sentimento coletivista que impede o desenvolvimento do mercado,  da sociedade e do indivíduo alvo desse preconceito. E como já foi dito aqui inúmeras vezes o individuo é a menor minoria que existe no mundo, e a que merece a maior proteção de mentalidades coletivistas.

"O racismo: é a forma mais baixa e mais cruelmente primitiva de coletivismo. É a noção de atribuir significado moral, social ou político à linhagem genética de um homem - é a noção de que os traços caracterizadores e intelectuais de um homem são produzidos e transmitidos por sua química corporal interna. O que quer dizer, na prática, que um homem deve ser julgado, não por sua índole ou ações, mas pelas índoles e ações de um coletivo de antepassados." Ayn Rand


#somostodosmacacos? Pobre do macaco...



Agora falando dos selfies de celebridades brasileiras comendo banaca e criando a patética hashtag #somostodosmacacos.

Os macacos não merecem ser ofendidos dessa forma ao serem igualados a nós, raça humana.

Olha só. Vamos combinar uma coisa? Toda vez que artistas fizerem um gesto como tirar fotos com cartazes dizendo que não merecem determinada coisa ou comendo frutas, por exemplo. Nós, reles mortais não iremos repetir tais gestos por quê são RIDÍCULOS e no final só servem para atender a interesses pessoais desses mesmos artistas, que irão encher o rabo de dinheiro as custas de babacas como você. Que vai ficar com cara de trouxa quando descobrir o por que de tudo.

Combinado?

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Porquê eu não sou conservador?

Lí a coluna do Rodrigo Constantino e fiquei pasmo diante do cinismo. Usar o caso de Vinicius Romão para insinuar que não existe racismo no Brasil é de uma idiotice tão grande que serve apenas para demonstrar o porque de a "direita" daqui não ter relevância alguma num país repleto de partidos de esquerda que malandramente tomam pra si a defesa contra o preconceito racial.

"O ator Vinicius Romão acabou sendo preso após o registro de ocorrência de um assalto nas proximidades do Hospital Pasteur, no Méier. A copeira Dalva teve sua bolsa roubada, e descreveu o bandido como um homem de camiseta e bermuda preta, negro e com cabelo no estilo “black power”. 

O que Jean Wyllys e os demais oportunistas de plantão fingem não saber é que houve um retrato falado da vítima do roubo que batia com o perfil do ator. Como alguém consegue alegar racismo em um caso desses escapa à minha compreensão.

Paulo Coelho da Direita - Constantino foi muito hábil em perceber os métodos, incoerências e melindres do que ele batizou acertadamente como "esquerda caviar", mas ele tem perdido a mão em vários outros temas, talvez para satisfazer seu público alvo de leitores dos seus livros. Este é um deles.

Basicamente meu xará, Vinicius, foi preso por estar na hora errada e no lugar errado. Fosse qualquer outro negro de cabelo black power seria preso e "reconhecido" também. Talvez se aplicando a lógica de que "negro e tudo igual", assim como muitos dizem que japonês é chinês "é tudo a mesma coisa'. Foi preciso uma campanha na internet pedindo socorro ao seu caso, divulgada por artistas globais, uma vez que Vinicius era figurante de novelas da emissora carioca, para que pudesse responder o crime em liberdade (Mesmo de ter sido inocentado pela vitima posteriormente). Fosse qualquer outro perrapado responderia pelo crime preso. Outro sintoma grave da nossa sociedade. Imaginem quantos não estão presos por aí porque a vitima se "confundiu", mas não tem apoio de estrelas globais para pedir sua soltura? Essa é a questão.

Lembremos que estamos falando da Policia Militar do Rio de Janeiro, aquela que promove a "guerra da carne". Transferindo cadáveres de um lado para outro para maquiar números das estatísticas de violência no Grande Rio. Nada impede que o reconhecimento de um suspeito seja feito 'à moda Bangu'. Só o Constantino e outros parecem não saber disso.

Uma coisa é você não querer entrar no esquema da esquerda que se aproveita desse tema com frequência para se promover às custas de conflitos de classes. Outra é querer tapar o sol com uma peneira furada e negar o óbvio ululante: Existe racismo no Brasil e ele não se estende apenas a negros, há xenofobia contra nordestinos por parte de estados do sul e sudeste e até mesmo em alguns estados do nordeste no interior os mesmos nordestinos tem preconceito contra negros. Fruto de uma completa ignorância de todo o povo desse país.

É tão evidente o racismo por aqui que até mesmo a esquerda metida a defensora dos frascos e comprimidos, se dá ao luxo de ser racista quando um negro ousa sair de sua tutela e pensar por si só. Aí surgem as ofensas de "Macaco", "Capitão do mato" como foram feitas a Joaquim Barbosa quando este condenou os heróis petistas no caso do mensalão.

Eis um dos motivos pelos quais eu não sou conservador. Além da proximidade com religiões sedentas por imporem sua própria teocracia os conservadores, para não entrar na conversa chorosa e oportunista da esquerda; fingem que homofobia, racismo e preconceito social não existem no Brasil. Se no caso do menor preso ao poste eu afirmo que não se tratava de racismo e sim de um problema de segurança pública e acertei em cheio onde admito, errei apenas ao imaginar que se tratava de uma reação da população, quando na verdade era apenas bandido x bandido.

Pode até ser que no caso de Vinicius também não se trate de racismo e que a policia tenha agido com extrema eficiência; eu por conhecer de perto o modus-operandi de nossas "otoridades" me dou ao direito de desconfiar. Sem dúvidas houve "vontade excessiva" da PM em resolver logo um caso de qualquer jeito. Pegaram o primeiro elemento que viram pela frente.

Sensato nisso tudo apenas o pai de Vinicius, Jair Romão, ao dizer "Não ficou mágoa em relação a ela  (Dalva). Qualquer um pode se confundir, ela foi assaltada, estava sob forte estresse emocional. Sinceramente, não considero preconceito"

Agora se ficar provado que Vinicius Romão praticou mesmo o crime, volto apenas para me desculpar com a policia e parabeniza-la. Nunca e esses conservas míopes.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Morre Nelson Mandela um ícone da verdadeira luta pela igualdade


"Ninguém nasce odiando outra pessoa. Para odiar precisam aprender, e se podem
aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar" (Nelson Mandela)

Não tenho a menor pretensão de escrever sobre o passado de Mandela no partido comunista e sobre sua historia antes de sua prisão. Nem pretendo comentar sobre as denúncias de exploração de trabalho escravo em minas de Serra Leoa.

Seres humanos são imperfeitos, motivo pelo qual eu tenho certeza que nunca nenhum sistema socialista dará certo no mundo. Se tivermos que odiar todos os esquerdistas, então rasguemos os livros de George Orwell. Que cada um tire suas conclusões.

Todos deveriam conhecer sua história e priorizar a sua luta pela igualdade entre negros e brancos na Africa do Sul. Viveu 27 anos numa prisão, e ao sair dela; não quis se vingar, não quis promover caça às bruxas quando se tornou presidente. Madiba nunca incitou o ódio racial, nunca incitou a luta de classes, não criou cotas pois ele entendia que a educação seria o passaporte para a igualdade, sempre tentou conciliar o povo de seu pais para a convivência harmoniosa. Mandela viu no esporte uma maneira de unir seu povo, e não uma forma de manter a população distraída.

Mandela foi um líder de verdade com erros e acertos.

Se você teve uma musica feita em sua homenagem nos anos 80 é sinal de que vc foi alguém foda.

Sem mais.

 

terça-feira, 10 de setembro de 2013

O manual do Idiota Útil (expandido)

Fonte: Blog do Delfino



Autor: Clecio Pereira Mendonça. (Com algumas alterações incluídas por este blogueiro).

1ª Lição: Nunca assuma em público que é um comunista socialista escroto, negue até a alma sempre;

2ª Lição: Quando for questionado sobre os massacres da China, URSS, Coréia do Norte, Cuba etc, diga que nenhuma dessas ditaduras são comunistas;

3ª Quando o bicho pegar e você ficar sem argumentos, grite FASCISTA! NAZISTA! RACISTA! XENOFÓBICO!;

4ª Quando alguém esfregar na sua cara que o fascismo tem origens marxistas, finja que está dando gargalhadas, se estiver na internet é mais fácil, use algumas linhas com a letra ''K" maiúscula;

5ª Não importa quanta lógica o reacionário use, sempre diga e repita que ele não tem argumentos, e escreva a palavra argumentos entre aspas, assim por exemplo: seus ''argumentos'' são ridículos;

6ª Na discussão diga que o reacionário não tem conhecimento suficiente, que precisa estudar mais e se informar melhor e, se possível, gabe-se de sua formação acadêmica.

terça-feira, 29 de março de 2011

Diga-me em quem tu votas, que eu te direi quem és

Dep. Jair Bolsonaro: ex-militar, homofóbico, fascista assumido, saudosista de 64 e agora também racista ou extremamente burro.


OBS: Agora que vi o vídeo serei justo. Acho que o Bolsonaro não entendeu a pergunta da Preta Gil. Ou fica claro que ocorreu edição hedionda por parte do CQC.

A única que coisa que presta do que ele disse no vídeo é enfiar a porrada no filho se for maconheiro. Isso eu faria.

"Se a prudência da reserva e decoro indica o silenciar em algumas circunstâncias, em outras, uma prudência de uma ordem maior pode justificar a atitude de dizer o que pensamos." - (Edmund Burke)