Millor Fernandes:


Jornalismo, por princípio, é oposição – oposição a tudo, inclusive à oposição. Ninguém deve ficar acima de qualquer suspeita; para o jornalista, não existem santos.

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sábado, 10 de abril de 2021

Bolsonaro é o maior culpado disso tudo

 Porque, entre os vários culpados pela crise econômica e sanitária que vivemos; Bolsonaro é, disparado o maior culpado:

1- A luta permanente contra as medidas restritivas sob a desculpa de não prejudicar a economia. Lembramos que hoje o governo está lutando no supremo para liberar aglomeração em templos religiosos.

2 - A negação e relutância pública de seguir os protocolos básicos de proteção de contato. Inclusive saindo do Palácio Do Planalto para cumprimentar e abraçar eleitores.

Bolsonaro foi eleito com 57 milhões de votos. A população brasileira hoje é de cerca de 220 milhões de habitantes. 1/4 da população.

Qualquer pessoa que conheça história, entenda de estatística e que não tenha faltado às aulas de Biologia básica sabe estatisticamente o que representa 1/4 da população ignorar medidas restritivas durante uma epidemia.

Digamos que todos os eleitores do presidente sigam seus maus exemplos.

3 - A aposta infundada na Cloroquina como salvação da pátria contra a pandemia e consequente demissão de ministros da saúde que não lhe eram submissos além da defesa de tratamentos precoces paliativos que não passam de placebo.

4 - Bolsonaro foi o ÚNICO governante do mundo que criou a regra de só comprar vacinas após serem aprovadas pelo órgão de saúde, todo infiltrado com gente ideologicamente alinhada com suas ideias. Ocasionando que recusasse oferta de compra de 70 milhões de doses da melhor vacina disponivel no mercado.

5 - A compra e investimento bilionário de uma vacina ineficaz como a CoronaVac única e exclusivamente por interesse político em não perder popularidade para João Doria que apostou alto na vacina produzida na China como marketing político antecipado.

Lembramos que a taxa de eficácia da CoronaVac comprovadamente é de 43 a 47%. Ou seja, é uma roleta russa.

6 - Bolsonaro passou meses fazendo pouco caso da doença, dando declarações mais que infelizes, criou dezenas de polêmicas e crises desnecessárias que só serviram para manchar a imagem do país no exterior, corremos sérios riscos de sofrer as mais variadas sanções econômicas do mundo e de ficarmos isolados. Além de já sermos considerados párias no combate à pandemia, onde repetimos. O governo luta para impedir medidas restritivas até hoje e age em prol do interesse de grandes líderes religiosos.

Quando a maior autoridade do País passa todo o tempo negando gravidade da doença, dando maus exemplos e pondo em dúvida a única ferramenta capaz de eliminar uma epidemia.

Nenhuma vacina, irá resolver nosso problema enquanto o Brasil continuar brincando de criar novas variantes.

Por tudo isso, talvez continue sendo necessário impor medidas de distanciamento. Mais comércios irão fechar a despeito da corrupção de prefeitos e governadores cuja a maior consequência é a insuficiência de leitos e respiradores para tratar os doentes, Bolsonaro é o maior responsável pela tragédia anunciada e sem data para ter fim.

terça-feira, 23 de março de 2021

A linha do tempo do Democidio, na palavras do nosso pesidente


1.000 mortos - "gripezinha"

5.000 - "histeria"

10.000 - "não sou coveiro.."
 
20.000 - "e daí?”
 
30.000 - "todo mundo morre um dia.."
 
35.000 - "vamos parar de divulgar números.."
 
40.000 - "invadam hospitais e filmem leitos vazios!"
 
50.000 - “hidroxicloroquina salva!”
 
100.000 - “vamos tocar a vida!!!!!”
 
115.000 - “bundão tem mais chance de morrer!”
 
122.000 - "Ninguém pode obrigar ninguém a tomar vacina!"
 
135.000 - "Conversinha mole de ficar em casa é para os fracos..."
 
154.000 - "...a vacinação contra o novo coronavírus não será obrigatória"
 
156.000 - "Vacina chinesa não transmite segurança 'pela sua origem'..."
 
162.000 - "País de maricas..."
 
170.000 - 7 milhões de testes 'esquecidos'
 
172.000 - “Pergunta pro Vírus!”
 
175.000 - “Por que tanta pressa? (pela vacina da Covid-19)”
 
179.000 - “Finalzinho da Pandemia”
 
180.000 - Confisco da "vacina chinesa do Dória";
 
182.000 - “Vacinação obrigatória é antirrábica..”
 
183.000 - "Para que toda essa ansiedade, angústia?"
 
191.000 - "Não dou bola para isso!"
 
197.000 - “Mergulhei de máscara também, para não pegar Covid nos peixinhos..”
 
198.000 - “o Brasil está quebrado! Não consigo fazer nada!”
 
200.000 - “ Lamento as 200 mil mortes, mas a vida continua..” 
 
209.000 - "Não tem oxigênio, eu não posso fazer nada..."
 
211.000 - “Apesar da vacina, ...”
 
230.000 - “A imprensa é o vírus do Brasil..”
 
255.000 - “Tem idiota que pede pra comprar vacina. Só se for na casa da sua mãe!”
 
260.000 - “Chega de frescura e mimimi. Vão chorar até quando?”

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Wilson Agostinho: Por que a esquerda chama de nazista qualquer um que se oponha a ela?



Por que os esquerdistas vivem chamando os outros de "fascistas"? Já vi esse rótulo colado nas figuras mais díspares: cristãos, liberais, conservadores, maçons, militares latino-americanos, anarquistas, social-democratas, muçulmanos - todo mundo. Nem judeus escapam: Menachem Begin e Arthur Koestler levaram essa carimbada umas dúzias de vezes.

De onde vem essa mania, essa necessidade compulsiva de dar a cada desavença, por mais mesquinha e estapafúrdia, o ar de um épico "combate antifascista"?

Detesto conjeturas psicológicas. Prefiro o método genético do velho Aristóteles. Em quase cem por cento dos casos, contar como as coisas começaram já basta para a plena elucidação de causas e motivos.

Até o princípio dos anos 30, os comunistas não ligavam muito para fascismo ou nazismo. Papai Stalin ensinava-lhes desde 1924 que esses movimentos eram apenas a "radicalização suicida da ideologia capitalista", prenunciando o "fim" do "império burguês" e a "vitória final" do socialismo. "O nazismo", dizia-se, "é o navio quebra-gelo da revolução." De repente, em 1933, partindo de Moscou sob o comando de Karl Radek, uma onda de antifascismo varreu a Europa sob a forma de livros, reportagens, congressos, passeatas, filmes, peças de teatro. Intelectuais independentes apareciam nos palanques ao lado dos poetas oficiais do Partido. Manifestos antinazistas traziam as assinaturas de estrelas do cinema.

Entre essas duas épocas, algo aconteceu. Adolf Hitler, eleito chanceler, preparava-se para grandes conquistas que requeriam o poder absoluto. Ansioso de eliminar concorrentes, e não podendo abusar do apoio recalcitrante do exército alemão, recorreu à ajuda da instituição que, no mundo, era a mais informada sobre movimentos subversivos: o serviço secreto soviético. A colaboração começou logo após a eleição de Hitler. Em troca da ajuda militar alemã, vital para o Exército Vermelho, Hitler era informado de cada passo de seus inimigos internos. O sucesso da "Noite das Longas Facas" de 1934 inspirou Stalin a fazer operação idêntica no Partido soviético: tal foi a origem do Grande Expurgo de 1936, no qual o serviço secreto alemão, já disciplinado por Hitler, retribuiu os favores soviéticos, descobrindo e forjando provas contra quem Stalin desejasse incriminar. O famoso pacto Ribentropp-Molotov foi somente a oficialização exterior de uma colaboração que já era bem ativa fazia pelo menos SEIS ANOS.

A onda mundial de histrionismo antifascista foi inventada por Karl Radek, em primeiro lugar, como vasta operação diversionista. Apenas um truque para jogar areia nos olhos dos antifascistas ocidentais, para que não percebessem a colaboração secreta, então cada vez mais intensa, entre a URSS e a Alemanha nazista, colaboração da qual o próprio Radek, no auge da campanha em carta confidencial a um amigo, confessava: "O que ali digo (contra o fascismo) é uma coisa. A realidade é bem outra. Ninguém nos daria o que a Alemanha nos dá. Quem imagina que vamos romper com a Alemanha é um idiota."(Cit. em Stephen Koch, Double Lives. Spies and Writers iin the Secret Soviet War of Ideas Against the West, New Yorkm The Free Press, 1994, p. 54.)

De Paris a Hollywood, idiotas pululavam entre os escritores e artistas. Arregimentá-los como "companheiros de viagem", criando a cultura do comunismo chique que até hoje dá o tom nos meios pedantes em países periféricos, foi o segundo objetivo da operação. Eram pessoas importantes, formadoras de opinião, que conservavam sua identidade exterior de "independentes", ao mesmo tempo que serviam obedientemente ao comunismo porque suas vidas eram controladas através de suborno, envolvimento e chantagem. Um exemplo entre centenas: André Gide, que era homossexual, durante anos não teve um companheiro de cama que não fosse plantado ali pela espionagem soviética. Quando se recusou a colaborar, a sujeira colecionada nos arquivos despencou em cima dele. Por análogos procedimentos, a espionagem soviética colocou a seu serviço André Malraux, Ernest Hemingway, Sinclair Lewis, John dos Passos e muitos outros, como também atores e atrizes de Hollywood, que, além do glamour, garantiam para Moscou um regular fluxo de dólares, moeda indispensável nas operações internacionais. O controle dos intelectuais era feito diretamente por agentes soviéticos, em geral à margem dos partidos comunistas locais, que por isto foram pegos de surpresa pelo pacto de 1939.

A terceira finalidade do "antifascismo" foi recrutar espiões nas altas esferas intelectuais. Alguns dos mais célebres agentes soviéticos, como Kim Philby, Guy Burgess, Alger Hiss e Sir Anthony Blunt, entraram para o serviço por meio da campanha. Conforme o combinado com Hitler, nenhum dos então recrutados foi usado contra a Alemanha nazista, mas todos contra os governos antinazistas ocidentais.

Comunistas, espiões e "companheiros de viagem" carregam pesada culpa pela mais sórdida fraude já montada por uma parceria de tiranos. Em suas mais notórias expressões, toda a cultura antifascista da época, o espírito do "Front Popular", matriz do antifascismo cabotino que ainda subsiste no Brasil, foi a colaboração consciente com uma farsa, sem a qual as tiranias de Hitler e Stalin não teriam sobrevivido a suas oposições internas; sem a qual portanto não teria havido nem Longas Facas, nem Grande Expurgo, nem Holocausto. O “Front Popular” foi um antifascismo de fachada inventado por Stalin para encobrir a ajuda que a URSS estava dando ao rearmamento do Exército alemão. Serviu também para desmoralizar a direita francesa, então a única voz (com a honrosa exceção do isolado e inaudível general de Gaulle) que defendia o fortalecimento militar da nação para fazer face à iminente agressão nazista, enquanto a esquerda e o centro queriam -— e obtiveram — o desmantelamento das Forças Armadas. Graças à campanha “antifascista”, Hitler pôde assim esmagar a França sem dificuldade, precisamente aliás conforme os cálculos de Stalin, que planejava usar os nazistas como pontas-de-lança para um ataque devastador às democracias ocidentais.

Desde a abertura dos Arquivos de Moscou que todo esse episódio está bem esclarecido. Mas o esforço conjunto de intelectuais, professores, jornalistas e idiotas úteis à serviço da ideologia socialista foi muito eficiente em ocultar da população uma descoberta histórica que ameaçava neutralizar o apelo hipnótico de um adorado mito stalinista.

Neurose, dizia um velho amigo meu, é uma mentira esquecida na qual você ainda acredita. A compulsão comunista de exibir "antifascismo" xingando os outros de "fascistas" revela o clássico ritual neurótico de exorcismo projetivo, no qual o doente se desidentifica artificialmente de suas culpas jogando-as sobre um bode expiatório. Nos velhos, é hipocrisia consciente. Nos jovens, é absorção simiesca de um sintoma ancestral que acaba por neurotizá-los retroativamente, fazendo deles os guardiães inconscientes de um segredo macabro.

Por isso, amigos, quando um esquerdista chamar qualquer um de vocês de "fascista", não se rebaixe tentando explicar que não é. Ninguém neste mundo deve satisfações a um colaborador de Hitler.


Bibliografia:

Stephen Koch, Double Lives. Spies and Writers iin the Secret Soviet War of Ideas Against the West, New Yorkm The Free Press, 1994, p. 54

terça-feira, 13 de outubro de 2015

terça-feira, 2 de junho de 2015

O Estado Babá não tem limites ou "Legalizem o Cloreto de Sódio!"

Restaurantes do ES são proibidos de deixar sal em mesas a partir de julho.
(Globo.com)


Uma lei estadual que proíbe que bares, restaurantes e lanchonetes mantenham saleiros e sachês nas mesas começa a valer no mês de julho. A intenção é evitar o consumo excessivo de sal. O sal só poderá ser levado à mesa se o cliente pedir. A lei estadual já foi sancionada, e em caso de descumprimento, os donos dos estabelecimentos serão multados em mais de R$ 1,3 mil.

O Sindicato dos Restaurantes e Bares do Espírito Santo (Sindibares) disse que apoia medidas contra hipertensão, mas alguns comerciantes acreditam que a lei vai prejudicar o atendimento. Mas enquanto a lei não entra em vigor, o saleiro e os sachês continuam na mesa.

O gerente de restaurante Sandro Oliveira, acredita que o sal na mesa gera mais comodidade ao cliente. "Eu já coloco o sal para a comodidade do cliente, fica mais fácil para nós trabalharmos", disse o gerente.


Sim, você leu isso corretamente. A mais nova medida do 'Estado Babá' quer evitar consumo excessivo, que pode prejudicar a saúde da população inepta a cuidar de sí própria e de assumir os riscos de suas decisões e hábitos alimentares.

Quando nós dizemos que o estado babá não tem limites e que ele está mais próximo de um polvo cheio de tentáculos do que de uma ave que quer por seus protegidos debaixo de suas asas não estamos exagerando.

Chegamos ao ponto em que um video humorístico feito pelo nosso colaborador João Carpalhau do seu extinto grupo de humor "Os Camaradas", ganha ares de veracidade.

Então, nós perguntamos. Você é contra ou a favor da liberação do Cloreto de Sódio?



Só levando no humor mesmo.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Juiz quer bloquear o Facebook por briga de famosa com dentista.

O Juiz Régis Rodrigues Bonvicino da 1ª Vara Cível de São Paulo quer BLOQUEAR Facebook no Brasil por causa de uma briga de vizinhos.




Em mais um episódio de prepotência e vocação ditatorial, um juiz brasileiro ordena que o Facebook seja bloqueado em todo o Brasil caso ele não exclua uma postagem realizada na rede social por uma apresentadora, o dentista, alvo desta postagem, sente-se ofendido e processa a apresentadora. 

Este caso é mais um prato cheio para outro juiz mostrar como também esta pronto para cercear a liberdade de todos por farpas entre dois indivíduos. A insignificância do caso, perante a monstruosidade da decisão, deixa evidente que este juiz não pode ser contrariado.

Mais um exemplo de que não só nossos governantes, mas também nossos juristas tem um sério complexo de Stalin. E estão dispostos a censurar e cercear a liberdade alheia ao seu bel-prazer.


Como Burlar a Proibição:

Tor: como navegar anonimamente na internet
http://www.tecmundo.com.br/tutorial/23773-tor-como-navegar-anonimamente-na-internet.htm

terça-feira, 10 de setembro de 2013

O manual do Idiota Útil (expandido)

Fonte: Blog do Delfino



Autor: Clecio Pereira Mendonça. (Com algumas alterações incluídas por este blogueiro).

1ª Lição: Nunca assuma em público que é um comunista socialista escroto, negue até a alma sempre;

2ª Lição: Quando for questionado sobre os massacres da China, URSS, Coréia do Norte, Cuba etc, diga que nenhuma dessas ditaduras são comunistas;

3ª Quando o bicho pegar e você ficar sem argumentos, grite FASCISTA! NAZISTA! RACISTA! XENOFÓBICO!;

4ª Quando alguém esfregar na sua cara que o fascismo tem origens marxistas, finja que está dando gargalhadas, se estiver na internet é mais fácil, use algumas linhas com a letra ''K" maiúscula;

5ª Não importa quanta lógica o reacionário use, sempre diga e repita que ele não tem argumentos, e escreva a palavra argumentos entre aspas, assim por exemplo: seus ''argumentos'' são ridículos;

6ª Na discussão diga que o reacionário não tem conhecimento suficiente, que precisa estudar mais e se informar melhor e, se possível, gabe-se de sua formação acadêmica.

domingo, 3 de junho de 2012

Vejam o tratamento que Sérgio Cabral dá a quem protesta contra seu desgoverno

Espero que todos se lembrem da tragédia de Santa Teresa onde 5 pessoas foram mortas e 27 feridas. Em que o governo ao invés de assumir a culpa por má gestão e por manter em funcionamento Bondinhos em péssimo estado de conservação e manutenção, preferiu por a culpa na vitima. 

Ou seja culpou o condutor do Bondinho Nelson Correa da Silva e outros funcionários.

Desde então a associação de moradores de Santa Teresa (AMAST) vem protestando contra o governo Cabral, contra a má qualidade e falta de investimentos no serviço dos bondinhos. e tem documentos que comprovam que o maior culpado pela tragédia é o Secretário de transportes Júlio Lopes.

Pois bem vejam na imagem abaixo a forma como este governo trata aqueles que ousam enfrenta-lo:


Disso a Rede Globo não vai falar. Dizem que na marcha da maconha houve confusão com a policia. Que na Marcha das Vadias também houve. 

Na greve dos bombeiros houve confusão e enfrentamento entre militares. Nas manifestações de professores houve nova truculência de policiais. 

 E agora em Santa Teresa este foi o tratamento dado pelo governador aos moradores do bairro. Um treinamento da Tropa de Choque da Policia contra protestos. Um recado claro a aqueles que ousam enfrenta-lo e chama-lo daquilo que ele e seu secretário de transportes são: ASSASSINOS. 

Então eu pergunto. quem está errado aqueles que saem às ruas para reivindicar seus direitos (por mais inúteis que possam ser para muitos de nós). Será que todo mundo que protesta é baderneiro? Ou o estado que vivemos é que é FASCISTA?

"Se a prudência da reserva e decoro indica o silenciar em algumas circunstâncias, em outras, uma prudência de uma ordem maior pode justificar a atitude de dizer o que pensamos." - (Edmund Burke)